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2008-06-25

Como lixar as fotos dos outros, de uma maneira gira

 

Publicado no Strobist estava este vídeo com uma amostra genial de como tramar as fotos dos turistas (não que isso seja coisa boa de se fazer, mas é giro). Julius von Bismark, um artista alemão, converteu uma máquina fotográfica em projector - em vez de captar luz pela objectiva, ele transmite luz pela objectiva, de dentro para fora. A fonte de luz é um flash, e é activado por uma célula que o dispara quando é detectado o flash de outra camera (a do turista...). Sobre o flash, esta a imagem que é pretendido transmitir e q é focada pela lente.

A partir daí é só esperar!... :D

2008-05-01

Alguém interessado numa D70?

Estou a vender a minha DSLR Nikon D70, caso estejas interessado. Ou troco-o por um corpo Canon equivalente (tipo 20D).

A razão? Nem é por uma questão de upgrade, mas mais pela compatibilidade. Partilho muito material fotográfico com um amigo - o Victor Martins. Há objectivos comuns nos trabalhos que vamos fazendo, e portanto quando um necessita de material do outro, a troca é feita naturalmente. Geralmente é o material de estúdio, mas esta semana calhou ser cameras e lentes. E aí surge o problema da compatibilidade - eu uso Nikon, ele usa Canon. Naturalmente não é possivel usar as lentes nos diferentes corpos. Se fosse possivel, não seria necessário efectuar troca de corpos de máquina, mas apenas de lentes; aliás até permitia haver corpos extras para backup.

Porque ele tem, a nivel de camera e lentes a vantagem, tou a ver se consigo trocar de sistema. Nem é muito complicado - da Nikon apenas tenho o corpo da máquina, a18-70 de kit, a 10.5mm fisheye, e uma Sigma 15mm fisheye, que até consigo trocar por uma fisheye da Canon (um certo fotojornalista para quem fiz uma página e q recentemente mudou para o sistema Nikon... :P ). MEsmo os flashes - Metz 54MZ-4 - não requerem troca completa; basta trocar a sapata compatível com a Canon.

Portanto, se estiveres interessado por exemplo para ter um corpo de backup da Nikon (a D70 continua a ser uma excelente máquina), ou um kit para começar sem fazer o investimento completo que as novas máquinas exigem, vendo o corpo da câmera por 300€, e com a 18-70 fica em 550€;  Em alternativa, posso trocar por um sistema equivalente da Canon - tipo uma 20D que é da mesma geração ou 30D ou algo assim. Inclui 2 baterias extras, cabos, caixas e filtro UV para a objectiva. Como não faz sentido continuar com a 10.5mm, esta também estará à venda por 550€ (naturalmente após a venda do corpo). Havendo interessados num flash (ou flashes) posso também pensar no assunto.. Basta enviar um email - alho [at] miguelalho.com.

Para já, este fim de semana, vou aproveitar e experimentar a Canon 5D que encaixa muito bem nas mãos.... :P

2007-11-09

O ringlight mais simples e baratop de sempre!



Um pedaço de cartão, papel de aluminio...e voila! Uma ringlight. É tão simples que é genial. Um pouco ghetto-style, mas pelo menos a luz é uniforme, sem o hotpot típico das modificações que usam um flash. Este baseia-se no simples principio da reflexão.... tão simples!

A criação é de Paul Duncan e apresentado no Strobist, e se tiveres duvídas, checa o flickr do Paul para ver como fica a luz da ringlight... e o resto das fotos dele!

2007-10-29

D.I.Y. Flash

A mentalidade D.I.Y. (Do It Yourself - Faça Você Mesmo) possibilita muito, como por exemplo, construir os teus próprios flashes. É certo que exige cuidado e conhecimento, mas é sempre uma possibilidade. Interessado? Checka aí então:

Studio Lighting - DIY: Home-made Power Pack Flashes (Part I)
Studio Lighting - DIY: Home-made Power Pack Flashes (Part II)
Página com exemplos e esquemas, de autor russo

2007-10-07

Fresnel Spot lights



Nos últimos dias, tenho andado a ver informação sobre Fresnels. O fresnel (pronunciado Fre-nél) é um tipo de luz focavél, internamente tem uma lente ou espelho que foca a luz, e no exterior tem mais uma lente fresnel. A lente fresnel é formada por círculos concêntricos seccionados de uma lente convexa e reduzem drasticamnete a dimensão. E aplica-se em situações em q a dimensão da lente convexa normal é impraticável. Os faróis das barras marítimas tem este tipo de lente em uso, devido à forma como concentra a luz e aumenta o alcance. Os farois dos automóveis também.

A maioria de spots fresnel que se encontra no mercado são de luz continua, e é uma luz popular para vídeo. Mas também é muito útil em fotografia. Alias, o retrato "Hollywood-esco" dos anos 50-60 tem por base a luz fresnel. Tipicamente os fresnels fotográficos/cinematográficos são compostos por uma fonte de luz frente a um espelho convexo que foca a luz para obter o máximo rendimento, e o conjunto esta dentro de uma caixa cilíndrica. Na ponta do cilindor está a lente fresnel para emitir a luz. A distância entre a lâmpada e o espelho mantém-se constante e na posição de máximo rendimento. Para permitir a focagem, este conjunto de lâmpada e espelho encontram-se sobre um carril e permite afastar ou aproximar o conjunto do ponto focal da lente fresnel. O movimento da focagem permite variar a suavidade da zona exterior do feixe de luz. No interior do feixe, a luz é muito direccional e de intensidade constante. É como um grid (favo de mél) mas mais eficiente ao nível de output de luz (num grid há muita perda de luz) e permite controlar o gradiente do exterior do feixe. De qualquer modo a luz é dura.

De qualquer modo, encontrei há algum tempo alguns elementos de iluminação de palco numa associação local. entre alguns focos (ou como tb são conhecidos - "par-cans"), estavam dois fresnels. Bastante ferrugento. Infelizmente a corrosão atacou fortemente. De qualquer das formas, vim com dois para casa para ver o funcionamento e estudar a possibilidade de recuperação. Um estava sem lâmpada, e a corrosão atacou bastante o corpo e porta traseira (no extremo contrario à lente há uma porta que permite o acesso ao interior). a camada de ferrugem era evidente. O segundo fresnel padecia do mesmo mal, mas tinha lâmpada e funcionava.

O foco é de constituição simples. Foi muito simples de desmontar. Numa viagem à uma das loja mais ou menos amiga dos D.I.Y.ers (IZI neste caso, mas a limitação da escolha é a razão pela qual digo mais ou menos), vim armado com uma pequena lata de tinta protectora. A técnologia das tintas parece estar muito boa. Agora já se pode aplicar as tintas directamente sobre a ferrugem - basta passar uma escova para libertar a ferrugem solta e tá a andar. A Robbilac até tem um liquido incolor chamado "conversor de ferrugem" que transforma o óxido numa camada protectora preta. Optei por uma lata pequena de Hammerlite para não gastar muito. Já tem uma camada de tinta completa e está muito mais bonita. A recuperação também vem a tempo de a usar num vídeo que se iniciará brevemente. Mais sobre isso no futuro..

E é possível criar um fresnel em D.I.Y. mode? Hell yeah!... Tb isso no futuro :P

2007-06-23

A grelha das palhinhas

Um dos grandes problemas que sempre encontrei nos flashes compactos era a falta de acessórios. Softboxes, reflectores, grelhas.. nada disso é feito a pensar nos flashes compactos, ou pelo menos há muito poucos exemplos de produtos de qualidade nesse sentido. (Minha opinião).

Felizmente há sempre a alternativa - a mentalidade D.I.Y. (do it yourself). Nem sempre é fácil conceber o produto, e de uma forma apresentável. Mas volta e meia aparecem os génios que conseguem produzir muito do nada.

No blog do Strobist, quem acompanha já terá descoberto a solução do reflector e snoot. Se bem que não é propriamente novo (é comum usar Cinéfoil para produzir snoots), o método do cartão é de tão baixo custo que é de ficar parvo. E nos speedlights não há problemas de calor. para sombrinhas, já existem suportes apropriados, e para caixas de luz há soluções... o mais simples uma vulgar caixa de cartão.

Mas talvez o mais útil dos modificadores - a grelha - se apresenta como a mais difícil de reproduzir. grelhas comerciais são geralmente estruturas metálicas, resistentes a calor (as lâmpadas de modelação aquecem, e bem, a grelha!) e dimensionadas com precisão. Reproduzir a estrutura de favo de mel é uma tarefa nada fácil.

Não sendo a estrutura idêntica possível ou fazível, procura-se a aproximação - círculos! E que é fácil de usar para estruturar círculos na forma da grelha? Palhinhas! E assim se tem uma grelha de palhinhas, óptima para os speedlights. Como fazer? O blog do Rui Leal, fotografo português e também adepto do blog do Strobist explica o processo, passo a passo! A não perder!

2007-05-27

Mais uma adaptação de ringflash



(2007-10-04) For all of you coming from the modelmayhem forum post, I decided to translate this post. Thanks for stopping by and I hope this helps understand what's written :D

"After reading the comments on the ringflash post on Strobist, I noticed that blogger Gary mentioned a comercial version of the adaptation. It's distributed by Flaghead in the UK, and it ain't cheap. The ring is pretty big (it has an interior diameter of about 15cm) and it uses a flash on the camera hotshoe, redirecting the light through mirrors and prisms.

Is it worth the 200€ it costs? hmm.. not sure. As a fill flash, it works well, and you get the ringflash look. But as a unique light source, you quickly notice the directionality of the light, due to the higher concentration of light on the top of the ring. If you look at the sample pic, the model's shadow isn't the same around her as on a true ringlfash. You get more shadow on the right hand side and almost none on the left. It's the comon problem with this type of adaptation. True ring lights have circular flash lamps which leads to a uniformly lit ring while these adaptations always have more light on one end of the ring. I stil believe two light sources are needed to get a better distribution."

That's what was written in the post. When I mention 2 lightsources, I mean two flashes on oposite ends of the ring. Also the light should be directed to bounce as eficiently as possible within the ring, to distribute the light as well as possible. It's something I have been thinking of doing with my Metz flashes. The flashes would be triggered remotely, but I still haven't figured out a way to build it eficiently and nicely, as to also support the flashes. Before that I think I'm gonna build one with fluorescent rings (one baking dish and two circular florescent tubes (one larger diameter and one smaller diameter). Other than that I have one big ringlight built so far.


Ao ler os comments do post do ringflash no strobist, reparei q o blogger Gary mencionou uma versão comercial da adaptação. É distribuída pela Flaghead na UK, e não é nada barato. O anel é relativamente grande (o diâmetro interior tem quase 15cm), e aproveita o flash ainda fixa na sapata, dirigindo a luz via espelhos e prismas.

Compensa os 200€ que custa? hmmmm.... Não sei. Como preenchimento, passa muito bem, dando o look da ringflash. Mas como fonte solitária, nota-se imediatamente a direcção da luz, devido à maior concentração no topo do anel. Alias, analisando a imagem no site, é bem visivel que a sobra em volta da model não é uniforme - o contorno é reforçado do lado direito da imagem, e do lado esquerdo é practicamente inexistente. É o principal problema que encontro com estas adaptações - enquanto numa ring real, a própria lâmpada é circular e o anel é correctamente preenchido com luz, nestas adaptações a fonte está fora do anel e apenas por um ponto o que leva a má distribuição. Continuo a achar que duas fontes será a solução :P

2007-05-25

Site da Profoto renovado

Pois é, enquanto procurava o link para o post anterior, passei pelo novo site da Profoto, marca de flashs e equipamentos de iluminação profissionais de grande qualidade. Pessoalmente, estou satisfeitissimo com o meu conjunto, e só tenho pena de ser tão caro e portanto não poder ter mais peças. Mais uma luz, caixa e grelha vinha mesmo a calhar!

Geralmente o preço do equipamento assusta a malta, mas já compreendi, que neste material, paga-se aquilo que se recebe - equipamento de elevada qualidade de construção, elevada consistência na qualidade da luz, modeladores de elevada robustez e de montagem super fácil (diria que são os mais rápidos que alguma vez encontrei!). E com uma bateria estilo Innovatronix atrás, serve para um autentico estúdio na rua!

2007-05-24

The pocket ringflash


Quer se goste ou não dos ringflash, há que considerá-lo como opção.aquela luz completamente uniforme e frontal tem características e efeitos muito próprias sobre os sujeitos das imagens em que é usado.

Na ausência monetária para poder adoptar uma solução de estúdio como os da Profoto (800€ de flash mais 1300-4000€ para o gerador - a alternativa barata seria o ABR800 da Alien Bees, mas infelizmente já não é suportado na Europa), e a necessidade de uma luz móvel, nas opções a considerar para este tipo de flash são duas - ringflash de macro, comerciais, ou a solução "handyman", a.k.a. D.I.Y. ..

Os ringflashes comerciais, de macros, tem dois problemas - primeiro, a baixa potencia (NG na ordem dos 14). Segundo, o diâmetro do anel, que geralmente não passa dos 55mm, limitando as objectivas em que pode ser aplicado (a Sunpack tem uma que suporta até 77mm, mas como o autor do post da versão D.I.Y. q se segue menciona, o flash não cobre a largura que uma grande angular cobre, geralmente.

E portanto, quando as versões comerciais não servem, resta uma hipótese - construir o flash. Esta não é a primeira versão que vejo de um ringflash produzido, usando um flash comun como fonte de luz. Mas lá que funciona, ai disso podes ter a certeza! Se virem o post do Strobist onde o link para esta versão foi publicada, encontram links para as outras versões.

Eu há muito que gostava de ter um ringflash (de preferência uma da Profoto - não há nada igual! :D). Mas por alguma razão que não consigo decifrar, nunca tentei produzir um... ou melhor, nunca passou do papel. Já tinha imaginado um, em que em vez de um flash, usava dois flashes de lados opostos (para evitar o problema da má distribuição da luz internamente, mencionado no artigo), e disparados para dentro de algo relativamente grande, como uma daquelas formas metálicas de fazer bolos... Para mim o problema que encontro na produção é : 1- gosto de fazer as coisas bonitas, e com metal, n sei trabalhar bem; 2 - como suportar os dois flashes correctamente (imagino orificios laterais com as cabeças do flash enfiadas la dentro, e os flashes encaixados com os transmissores sobre um bracket fixo à base da máquina... O grande problema é a pouca margem de manobra que as alturas das peças permitem.... e finalmente, 3 - como produzir o anel interno(que fica em volta da objectiva) e 4 - onde orientar acrílico do branco transparente ou equivalente! (whew!, tanta coisa

Enfim.. ainda hei de experimentar um dia destes!!!

2007-05-23

Informação de iluminação e exposição.

Por hoje fica alguns links interessante:

Photomedic Photography and Studio Lighting

http://www.photomedic.blogspot.com/

Blog de um fotografo/médico dedicado a iluminação fotográfica. Tem posts bem interessantes das experiências dele. A visita é um "must" para quem tem interessem em tópicos de iluminação fotográfica.

Photo Vision Video

http://www.photovisionvideo.com/target.html

A Photovision é uma empresa americana de soluções educacionais na area fotográfica. Alem da "vídeo-magazine" e de vídeos educacionais, eles produzem alvos de exposição, para medição de exposição e calibração dos brancos. Na pagina do produto há 4 vídeos interessantes dedicados ao uso dos alvos para a correcção dos brancos. Muito interessante.

flash2softbox

Ebay shop

Trata-se de um anel mais suporte para utilizar um flash dos típicos num tripé copm caixa de luz ou outro acessório. Parece interessante, apesar de carote. Outro problema que noto é a possibilidade, ou melhor, a não possibilidade de usar triggers de radio com aquele encaixe, pois isso elevaria a cabeça do flash a uma altura bem maior. Mesmo assim, para quem tem jeito com as ferramentas, pode ser útil ver as imagens para produzir algo do género, caso necessite.

Obrigado ao Sérgio Azenha pelas dicas.

2007-01-05

Triggers

Uma dos investimentos que fiz no ultimo ano q que valeu realmente a pena fazer foi a compra de um sistema de transmissores/receptores para disparar os flashes por sinais de rádio. Até então o disparo era semrpe feito via cabos ou por simpatia com base no flash vindo da máquina ou ligado por cabos á máquina.

Há inúmeras soluções com os seus prós e contras: Com cabos há o problema de contactos - maus contactos são desastrosos, e uma valente dor de cabeça. O único cabo que tive que fosse verdadeiramente fiável foi o SC-17 da Nikon, no a natural limitação do 1m de comprimento. é óptimo para ter o flash na mão. Os cabos menos fiáveis q tive forma os q eu próprio construi. O problema dos cabos eram os jacks q usei como interface e que eram fracotes e sempre a estragarem-se. no entanto conseguia colocar um flash a uns bons 10/15m da câmara e por um preço ridiculamente baixo.

A segunda solução comum é o disparo por simpatia. O flash externo tem uma célula fotosensível que detecta a luz vinda de outro flash (normalmente a da máquina ou outro ligado à máquina) e dispara o flash a q está ligado. Evita a existência de fios, mas tem problemas mais complexos associados - requer o chamado "line-of-sight" , ou seja, tem de ser capaz de ver a luz, sem nenhum tipo de obstrução, para disparar. Outro problema é a cegueira da célula causada pelo excesso de luz ambiente. EM dias de sol forte, é muito difícil distinguir a luz do flash da luz ambiente.

A alternativa e solução mais fiável e´o disparo por rádio. Não há contacto directo nem necessidade de haver visão directa entre componentes. O sinal de rádio até através de uma parede passa. e consegues distanciar o flash para mais longe se necessário. É no entanto uma solução mais cara.

O ideal teria sido o investimento em sistemas como a Pocket Wizard que são de topo.. mas naturalmente caros. Os PW até câmaras disparam se necessário, tem vários canais de comunicação para revistar confusões com sistemas de outros fotogs na área, e nalguns modelos a mesma peça pode ser transmissor e receptor.

A alternativa acabou por ser versões chinocas. São extremamente funcionais, e permitem distanciar o flash a uns bons 30m (já vi isto na práctica). Tem é funcionalidade mais limitada. Só disparam o flash e mais nada. Alguns sistemas já tem um sistema de distinção de canais.

trigerset_strobe_450

Ao longo dos últimos meses utilizei um primeiro conjunto, igual ao que já tinha experimentado anteriormente. Muito porreiros mas tem alguns problemas que não são de todo graves, mas chatos. Primeiro, só os consigo usar com os flashes de estúdio. Já tinha experimentado com os Metz compactos que tenho, com interface para o flash apropriado, mas simplesmente não disparava os Metz. Não consegui entender a razão. Outro problema foi o de o fotómetro que tenho, o Sekonic L-358 não activar o disparo no transmissor. Mais um detalhe que não entendia...

trigerset_hotshoe_450

Entretanto há bem pouco tempo, encontrei num fórum alguém a vender uns de outro género, também chinocas, mas feitos para trabalhar com flashes compactos. São problemáticos com os novos flashes da Canon (580EX e 480EX), mas felizmente funcionam bem com os meus Metz. E mais, consigo sincronizar a 1/1000s com eles!!! Outra vantagem é q os transmissores deste funcionam bem com o fotómetro.


hotshoe_detail_450

A única coisa q tem de ser feita é o isolamento dos contactos extras das sapatas - as q são usadas para a comunicação entre o flash e a câmara. Os únicos contactos usados são efectivamente a central e a massa que é o contacto lateral. Os receptores ainda trazem um cabo pequeno que pode ser usado para ligar a flashes com entradas de jack. neste caso preciso de um adaptador de jack de 3.5mm para os maiores (10mm?) para ver se consigo usar com as cabeças de estúdio. Se sim, esta será a única solução que necessitarei. Será depois apenas necessário coleccionar mais um transmissor (para ter sempre ligado ao fotómetro) e mais um ou dois receptores (para juntar as 3 que vieram neste kit).