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2007-08-30

Mark Cornelison - photoshoot



O strobist hoje tem um clip publicado pelo fotografo Mark Cornelison, com uma amostra de uma sessão com jogadores de futebol americano. Tem uma óptima amostra de esquema de iluminação e resultados bem interessantes e dramáticos, típicos deste fotografo quando fotografa desportistas. E vejam a Crown Graphic.. :D

2007-06-23

A grelha das palhinhas

Um dos grandes problemas que sempre encontrei nos flashes compactos era a falta de acessórios. Softboxes, reflectores, grelhas.. nada disso é feito a pensar nos flashes compactos, ou pelo menos há muito poucos exemplos de produtos de qualidade nesse sentido. (Minha opinião).

Felizmente há sempre a alternativa - a mentalidade D.I.Y. (do it yourself). Nem sempre é fácil conceber o produto, e de uma forma apresentável. Mas volta e meia aparecem os génios que conseguem produzir muito do nada.

No blog do Strobist, quem acompanha já terá descoberto a solução do reflector e snoot. Se bem que não é propriamente novo (é comum usar Cinéfoil para produzir snoots), o método do cartão é de tão baixo custo que é de ficar parvo. E nos speedlights não há problemas de calor. para sombrinhas, já existem suportes apropriados, e para caixas de luz há soluções... o mais simples uma vulgar caixa de cartão.

Mas talvez o mais útil dos modificadores - a grelha - se apresenta como a mais difícil de reproduzir. grelhas comerciais são geralmente estruturas metálicas, resistentes a calor (as lâmpadas de modelação aquecem, e bem, a grelha!) e dimensionadas com precisão. Reproduzir a estrutura de favo de mel é uma tarefa nada fácil.

Não sendo a estrutura idêntica possível ou fazível, procura-se a aproximação - círculos! E que é fácil de usar para estruturar círculos na forma da grelha? Palhinhas! E assim se tem uma grelha de palhinhas, óptima para os speedlights. Como fazer? O blog do Rui Leal, fotografo português e também adepto do blog do Strobist explica o processo, passo a passo! A não perder!

2007-05-27

Mais uma adaptação de ringflash



(2007-10-04) For all of you coming from the modelmayhem forum post, I decided to translate this post. Thanks for stopping by and I hope this helps understand what's written :D

"After reading the comments on the ringflash post on Strobist, I noticed that blogger Gary mentioned a comercial version of the adaptation. It's distributed by Flaghead in the UK, and it ain't cheap. The ring is pretty big (it has an interior diameter of about 15cm) and it uses a flash on the camera hotshoe, redirecting the light through mirrors and prisms.

Is it worth the 200€ it costs? hmm.. not sure. As a fill flash, it works well, and you get the ringflash look. But as a unique light source, you quickly notice the directionality of the light, due to the higher concentration of light on the top of the ring. If you look at the sample pic, the model's shadow isn't the same around her as on a true ringlfash. You get more shadow on the right hand side and almost none on the left. It's the comon problem with this type of adaptation. True ring lights have circular flash lamps which leads to a uniformly lit ring while these adaptations always have more light on one end of the ring. I stil believe two light sources are needed to get a better distribution."

That's what was written in the post. When I mention 2 lightsources, I mean two flashes on oposite ends of the ring. Also the light should be directed to bounce as eficiently as possible within the ring, to distribute the light as well as possible. It's something I have been thinking of doing with my Metz flashes. The flashes would be triggered remotely, but I still haven't figured out a way to build it eficiently and nicely, as to also support the flashes. Before that I think I'm gonna build one with fluorescent rings (one baking dish and two circular florescent tubes (one larger diameter and one smaller diameter). Other than that I have one big ringlight built so far.


Ao ler os comments do post do ringflash no strobist, reparei q o blogger Gary mencionou uma versão comercial da adaptação. É distribuída pela Flaghead na UK, e não é nada barato. O anel é relativamente grande (o diâmetro interior tem quase 15cm), e aproveita o flash ainda fixa na sapata, dirigindo a luz via espelhos e prismas.

Compensa os 200€ que custa? hmmmm.... Não sei. Como preenchimento, passa muito bem, dando o look da ringflash. Mas como fonte solitária, nota-se imediatamente a direcção da luz, devido à maior concentração no topo do anel. Alias, analisando a imagem no site, é bem visivel que a sobra em volta da model não é uniforme - o contorno é reforçado do lado direito da imagem, e do lado esquerdo é practicamente inexistente. É o principal problema que encontro com estas adaptações - enquanto numa ring real, a própria lâmpada é circular e o anel é correctamente preenchido com luz, nestas adaptações a fonte está fora do anel e apenas por um ponto o que leva a má distribuição. Continuo a achar que duas fontes será a solução :P

2007-05-24

The pocket ringflash


Quer se goste ou não dos ringflash, há que considerá-lo como opção.aquela luz completamente uniforme e frontal tem características e efeitos muito próprias sobre os sujeitos das imagens em que é usado.

Na ausência monetária para poder adoptar uma solução de estúdio como os da Profoto (800€ de flash mais 1300-4000€ para o gerador - a alternativa barata seria o ABR800 da Alien Bees, mas infelizmente já não é suportado na Europa), e a necessidade de uma luz móvel, nas opções a considerar para este tipo de flash são duas - ringflash de macro, comerciais, ou a solução "handyman", a.k.a. D.I.Y. ..

Os ringflashes comerciais, de macros, tem dois problemas - primeiro, a baixa potencia (NG na ordem dos 14). Segundo, o diâmetro do anel, que geralmente não passa dos 55mm, limitando as objectivas em que pode ser aplicado (a Sunpack tem uma que suporta até 77mm, mas como o autor do post da versão D.I.Y. q se segue menciona, o flash não cobre a largura que uma grande angular cobre, geralmente.

E portanto, quando as versões comerciais não servem, resta uma hipótese - construir o flash. Esta não é a primeira versão que vejo de um ringflash produzido, usando um flash comun como fonte de luz. Mas lá que funciona, ai disso podes ter a certeza! Se virem o post do Strobist onde o link para esta versão foi publicada, encontram links para as outras versões.

Eu há muito que gostava de ter um ringflash (de preferência uma da Profoto - não há nada igual! :D). Mas por alguma razão que não consigo decifrar, nunca tentei produzir um... ou melhor, nunca passou do papel. Já tinha imaginado um, em que em vez de um flash, usava dois flashes de lados opostos (para evitar o problema da má distribuição da luz internamente, mencionado no artigo), e disparados para dentro de algo relativamente grande, como uma daquelas formas metálicas de fazer bolos... Para mim o problema que encontro na produção é : 1- gosto de fazer as coisas bonitas, e com metal, n sei trabalhar bem; 2 - como suportar os dois flashes correctamente (imagino orificios laterais com as cabeças do flash enfiadas la dentro, e os flashes encaixados com os transmissores sobre um bracket fixo à base da máquina... O grande problema é a pouca margem de manobra que as alturas das peças permitem.... e finalmente, 3 - como produzir o anel interno(que fica em volta da objectiva) e 4 - onde orientar acrílico do branco transparente ou equivalente! (whew!, tanta coisa

Enfim.. ainda hei de experimentar um dia destes!!!

2007-05-05

Links para o Fim de semana

Para quem não vai à festa no Porto Logo À noite - a.k.a. concerto do Governo Sombra, ficam uns links como entretenimento alternativo :P

Prémios PX3 2007


Ontem recebi uma newsletter da Leaf, fabricante de backs digitais para médio formato, com o anuncio de um dos seus fotografos, o brasileiro Gustavo Marx ter ganho um dos prémios da PX3 2007. A galeria completa pode ser vista em: http://www.px3.fr/winners/2007/jury.php .

Look Ma, No Photoshop
Pelo strobist, apareceu o artigo da PopPhoto Mag sobre uma serie de fotos feitas a celebridades sem maquilhagem nem photoshop para a revista People. O artigo menciona mais a ideia de estoiro de luz para produzir as imagens, e blurs naturais para esconder as imperfeições, mas se calhar nalguns casos pode ter sido usada uma técnica q n mencionaram e me lembro de ouvir falar para o efeito - puxar os rolos (fotografar a um valor ISO acima do rolo e depois processar durante mais tempo)... posse estar errado-.. :P