Inspiração é um conceito muito interessante. O que nos inspira? A chulice do governo? (lol, sei q n tem nada a haver, mas certamente será inspiração para alguns).
Eu diria que a principal coisa que inspira qualquer um é a própria vida e aquilo que se vive. Aquilo que se vê, que se vive, e que se sente. Arte ou outro resultado dessa vida de alguma forma é a expressão daquilo que é captado, das ideias que surgem, e das próprias emoções. A arte é a comunicação dessas ideias, e emoções. Penso eu.
Isto tudo por duas razões. Primeiro, porque o meu amigo Victor Martins criou um novo blog dedicado às coisas que lhe inspira, principalmente a nível artístico. Há variedade, desde uma obra a um autor, das varias áreas artísticas. Recomendo uma vista de olhos.
http://vicinspiration.blogspot.com/
O segundo é algo que me inspira também. Talvez seja mais o estilo do trabalho que aprecio. Posso não o entender completamente nem ser capaz de reproduzir, mas visualmente é extremamente estimulante. E sem dúvida que me activa a parte criativa do cérebro para imaginar possibilidades. Principalmente imagens fotográficas. E como tal apresento dois clips do youtube que, fazendo uso do conceito do Victor, me inspiram.
O primeiro foi um link enviado pelo Paulo Carrasco . O segundo encontrei na sequência. Espero que também te estimule a criatividade!
2007-10-19
Inspiração
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2007-10-18
Video Clip production
Ontem à noite foi o primeiro dia de rodagem no novo vídeo clip de Governo Sombra. O track escolhido foi "Mais uma Bomba".
Tenho andado a trabalhar na produção, especialmente a iluminação. O fresnel (que n é bem um fresnel.. é mais um spot) que andei a recuperar estava destinado a esta produção. Infelizmente foi o elemento mais problemático da sessão, que apesar da falha, correu muito bem.
A cena era complicada de fazer a nível de luz. O conceito era uma reunião underground de entidades high profile, agendando um acto revolucionário. O ambiente? Lowkey, com luz muito dura. Basicamente um setup de três luzes - key, recorte e fundo, que inicialmente não estava planeado, mas encaixou muito bem.
A key era o spot, com o feixe o menos largo possível, e na vertical. Infelizmente não tive acesso a uma girafa, pelo q a luz teve q ser pendurada do varandim do balcão e estendido com um tripé. Uma montagem muito arcaica, sem duvida, mas funcionou. Como medida de segurança, apliquei uma serei de correntes a suportar o spot (que é pesado) e o tripé ao varandim. Também apliquei umas "barn-doors" arcaicas à luz, que deu para controlar ligeiramente o feixe. no entanto, as abas numa luz destas é pouco útil, pelo menos no modo "tele", já que o feixe à saída da luz é muito fino. Para o modo "flood" com o feixe de luz mais largo, as portas são efectivamente capazes de controlar a luz.
Para o recorte, usei dois par-cans de 300W. o feixe é algo largo e acessórios como grelhas não devem ser muito típicas para este tipo de luz. Alias, apesar de ser um óptimo elemento de controlo, o corte de luz poderia ser demais para conseguir usar. O controlo acabou por ser uma mistura de distância e área do feixe em uso. um par-can mais pequeno de 150W no chão, foi usado para iluminar o fundo.
Controlo de luz é essencial neste ambiente. É essencialmente uma tarefa baseada em princípios subtractivo - a luz é colocada e depois é eliminado onde possível para ter luz apenas nos pontos de interesse. O ambiente escuro também é essencial para conseguir o efeito pretendido. Contudo, a cena é de alto-contraste e duro.
E o problema que mencionei? Basicamente após uma parte da rodagem, o fresnel estalou e parou de funcionar. Imaginei que pudesse ser das lâmpadas de halogeno.. ou por estarem muito próximas e "derreter" ou assim. quando removi as lâmpadas, verifiquei que o filamento estava intacto.. não fazia sentido... depois comecei a pensar no pior.. que algo tivesse derretido... E essa teria fazia sentido quando tentava puxar o conjunto lâmpadas/espelho para junto da parte frontal da câmera, para a substituição. A meio empancava o que não era normal. Abri a tampa de trás, e a tampa não queria abrir. puxei o espelho mais para trás e encontrei o problema.. grave.. O ligador que estava na parte de trás derreteu (era de plástico) e colou à tampa traseira. Pela cor, diria que até tinha ardido.. Eventualmente os contactos tocaram (daí o estalo) e o disjuntor actuou, protegendo-nos a todos!
Portanto, duas lições:
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2007-10-12
Tabela de DOF
Conhecer o DOF (abreviatura para depth-of-field ou sprofundidade de campo) é importante durante a fase de focagem de uma foto. Permite-nos saber que abertura escolher de modo a garantir que as áreas do motivo que fotografamos e que nos interessam estar focados, realmente estejam. As objectivas geralmente tem uma escala de DOF impressas nela, que são um auxílio a detectar o DOF. É possivel ver a gama de distâncias a que correspondem determinada abertura.
Considera a imagem de uma 105mm da Bronica, em cima. Na imagem, esta focada para os 3m (aprox.) e a f11. Olhando para a escala da lente, e seguindo as linhas de f11, vemos que a imagem estará focada entre os 2.6m e os 5m (apróx.). Se o nosso motivo estiver dentro desta gama de distâncias, é certo que estará focado.
Infelizmente, boa parte das lentes, especialmente digitais, não tem nada disto. Estamos muito dependentes do AF para focar. Em cameras manuais, era comun, especialmente em fotografia de rua e que exigisse resposta rápida, andar com a máquina ja focada - com uma abertura escolhida, focada de modo ao DOF garantir que a maioria dos motivos já estivessem focados, e com a exposição efectuada para regras como o sunny 16 (em dia de sol - 1/125s @ f16 p/ ISO100).
Nas maquinas e objectivas sem escala (por exemplo as lentes de grande formato não se focam com anel, mas sim por translação da posição da lente), podemos fazer uso de tabelas com as gamas calculadas para as principais aberturas e distancias de focagem. É possível já que o DOF depende da distância focal e do circulo de confusão gerado pelas lentes, e é determinado por formulas. Uma tabela que existe, e que permite escolher a distância focal da lente, tamanho do sensor, e unidade de medida é o existente em DOF Master. Imprimir a tabela para as principais lentes e guardar na mala para qq necessidade é um concelho. Nunca se sabe quando será preciso .
http://www.dofmaster.com/doftable.html
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2007-10-09
Recuperando o fresnel

Há dois posts atrás, mencionei o facto de estar a recuperar um fresnel. Na imagem em cima, estão os dois fresnels existentes na associação. O da esquerda é o que esta a ser recuperado, já desmontado e pintado; O da direita o segundo que está ainda mais degradado que o primeiro, especialmente na dobradiça da porta traseira, e sem lâmpada.
A couple of posts ago, I mentioned the fact that I was in the process of recovering a fresnel light. Above are the two existing fresnels at the association. On the left is the disassembled and repainted one, and on the right, the light that was lampless and in an even worse state.
Um dos detalhes que acho mais interessante, e que descobri na desmontagem é o mecanismo de focagem. O suporte do espelho e lâmpada move-se sobre um par de carris, um liso e o outro, na imagem, enroscado. O movimento é efectuado pela deslocação dum pino que não é mais que um parafuso ao longo do parafuso principal. Mas o giro mesmo é o facto do parafuso que é carril ser tãoooooooo parecido com uma broca de berbequim! A aplicação não é apenas na luz como aqui, mas podia ser usado, por exemplo, como mecanismo de ajusto fino de focagem na câmera de grande formato (foi uma das coisas que tinha lido já, mas não conseguia visualizar).
One of the interesting details I noticed while disassembling the light was the focusing mecanism. Both teh concave mirror and lamp move alog a pair of rails - one smooth and one threaded. The mirror and lamp move along the thread via a pin that's nothing more then a simple screw. The cool thing, though, is that the threaded rail is soooo similar to a long drill bit! This is something you could easily apply to other systems that require a focusing mecanism, like a large format camera or any other item that requires this type of movement for focusing.
A remontagem da luz foi simples, sem grandes complicações. Enganei-me inicialmente com a lente frontal e acabei enfraquecendo um pouco as patilhas que o seguram. mas nada de grave. O chato mesmo foi depois de ter tudo montado e em ordem, ligar a luz e ver a lâmpada funcionar por instantes e depois, num pequeno movimento, ver e ouvir a lâmpada a fundir-se. As lâmpadas de halogéneo usadas tem uma base um pouco invulgar - GX9.5 - e as lâmpadas custam uns 25-30€ a unidade. Para evitar ter que (procurar, chatear lojistas a encomendar, encomendar, esperar...) adquirir lâmpadas tão caras e de curto tempo de vida (150H), estou a pensar num mod que permita o uso de lâmpadas de halogéneo mais vulgares - os usados em projectos caseiros ou de construção (montagem R7s). A única coisa necessária é a montagem do suporte no lugar do já existente, e cuidado na montagem dos fios. Convém que o centro da lâmpada esteja centrada com o espelho, tal como esta a lâmpada em uso. É mais por uma questão de eficiência. Este tipo de lâmpadas e´geralmente muito mais barato (já vi packs a 2,5-2€), se bem que mais barato não significa que tenha um melhor rendimento a nível de côr. Em termos de luminância, são mais ou menos idênticos (27000 lm numa lâmpada de 1000W). Possivel? Espero que sim! :)
Putting it back together was pretty easy. The messed up part was the lamp that died shortly after turning the light on. The pamp is quite invulgar, using the GX9.5 mount. And it's quite expensive compared to regular projecter lamps. These cost about 25-30€, in contrast to projectopr lamps that can be aquired for about 2€ a pack of a few. The only thing I notice that can invalidade tubular halogen lamp would be color rendering. Luminance-wise they're pretty much the same - 27000 lm for a 1000 W lamp. Is the mod possible? Hope so!
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2007-10-08
Cool Lights
Enquanto procurava informação sobre fresnels, e em especial por fresnels D.I.Y., Entrei no site da Cool Lights. A Cool Lights USA produz iluminação fria para vídeo. O termo de luz fria refere-se a iluminação fluorescente. Alem das fluorescentes também tem equipamento com HMIs.
Fluorescentes são uma fonte de luz óptima quer para vídeo, quer para fotografia. É óptimo para vídeo porque é uma luz continua, de bom rendimento luminoso, e fria, o que num estúdio com dezenas de luzes é óptimo para controlar a temperatura. Os problemas que geralmente apresentam, no entanto, são a da cor e do piscar (flicker).
O flicker é causado pela frequência de rede. A corrente alternada da rede é de 50Hz, pelo que há 100 ciclos de on/off na luz. Apesar dos fosforos internos à lâmpada não perderem o brilho imediatamente, há alguma perda de intensidade. E por vezes nós a "olhómetro" notamos, e em equipamento de captura de imagem também é detectável. O flicker é geralmente corrigido usando balastros electrónicos, que transformam a frequência para um mais elevada.
Já a temperatura de cor é mais complicada de corrigir. Começa logo pelo facto de a temperatura de cor das fluorescentes não serem uma temperatura de cor real, mas sim uma correlacionada (correlated color temperature - CCT em vez de CT, apesar dos fabricantes a referirem com CT). Porque as fluorescentes utilizam mercurio, há sempre um pico no espectro na zona das luzes verdes (especialmente), enquanto as incandescentes tem uma curva mais suave, apesar de estar concentrada mais numa zona.
Comparação entre uma lâmpada incandescente e uma fluorescente
Porque a fluorescentes tem estes picos, a temepratura de cor assumida para a lâmpada é a da correlação dos valores no espectro. Habitualmente vem em 2700 e 6500K, que são valores atípicos para temperaturas de cor em um na fotografia e vídeo (o típico será 3200K dos tungsténios e 5600K do daylight). Para uso geral (edifícios,lojas, escolas), é dados pouca importancia á repordução da cor, mas em aplicações de imagem a precisão e´importante.
Outro valor usado na definição da qualidade de cor da luz é o Color Rendering Indezx (CRI) que nos dá uma indicação relativa da precisão da cor da luz e a sua capacidade de reflectir correctamente as cores. Quanto mais alto melhor. Mas é necessário ter cuidado que o valor que os fabricantes apresentam nem sempre é real...O melhoramento deste índice geralmente vem com a escolha correcta dos fósforos internos da lâmpada, e que melhoram o espectro - mantém-se os picos, mas melhora a distribuição.
O site da Cool Lights tem um artigo dedicado ao tema para quem estiver interessado. Também tem mais artigos, incluindo o do DIY fresnel (com HMI) (em 3 parts) e ainda o DVD/video sobre o fabrico/modificação de luzes para vídeo (já imaginar os meus olhos a brilhar, né?). Checkam!
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2007-10-07
Fresnel Spot lights

Nos últimos dias, tenho andado a ver informação sobre Fresnels. O fresnel (pronunciado Fre-nél) é um tipo de luz focavél, internamente tem uma lente ou espelho que foca a luz, e no exterior tem mais uma lente fresnel. A lente fresnel é formada por círculos concêntricos seccionados de uma lente convexa e reduzem drasticamnete a dimensão. E aplica-se em situações em q a dimensão da lente convexa normal é impraticável. Os faróis das barras marítimas tem este tipo de lente em uso, devido à forma como concentra a luz e aumenta o alcance. Os farois dos automóveis também.
A maioria de spots fresnel que se encontra no mercado são de luz continua, e é uma luz popular para vídeo. Mas também é muito útil em fotografia. Alias, o retrato "Hollywood-esco" dos anos 50-60 tem por base a luz fresnel. Tipicamente os fresnels fotográficos/cinematográficos são compostos por uma fonte de luz frente a um espelho convexo que foca a luz para obter o máximo rendimento, e o conjunto esta dentro de uma caixa cilíndrica. Na ponta do cilindor está a lente fresnel para emitir a luz. A distância entre a lâmpada e o espelho mantém-se constante e na posição de máximo rendimento. Para permitir a focagem, este conjunto de lâmpada e espelho encontram-se sobre um carril e permite afastar ou aproximar o conjunto do ponto focal da lente fresnel. O movimento da focagem permite variar a suavidade da zona exterior do feixe de luz. No interior do feixe, a luz é muito direccional e de intensidade constante. É como um grid (favo de mél) mas mais eficiente ao nível de output de luz (num grid há muita perda de luz) e permite controlar o gradiente do exterior do feixe. De qualquer modo a luz é dura.
De qualquer modo, encontrei há algum tempo alguns elementos de iluminação de palco numa associação local. entre alguns focos (ou como tb são conhecidos - "par-cans"), estavam dois fresnels. Bastante ferrugento. Infelizmente a corrosão atacou fortemente. De qualquer das formas, vim com dois para casa para ver o funcionamento e estudar a possibilidade de recuperação. Um estava sem lâmpada, e a corrosão atacou bastante o corpo e porta traseira (no extremo contrario à lente há uma porta que permite o acesso ao interior). a camada de ferrugem era evidente. O segundo fresnel padecia do mesmo mal, mas tinha lâmpada e funcionava.
O foco é de constituição simples. Foi muito simples de desmontar. Numa viagem à uma das loja mais ou menos amiga dos D.I.Y.ers (IZI neste caso, mas a limitação da escolha é a razão pela qual digo mais ou menos), vim armado com uma pequena lata de tinta protectora. A técnologia das tintas parece estar muito boa. Agora já se pode aplicar as tintas directamente sobre a ferrugem - basta passar uma escova para libertar a ferrugem solta e tá a andar. A Robbilac até tem um liquido incolor chamado "conversor de ferrugem" que transforma o óxido numa camada protectora preta. Optei por uma lata pequena de Hammerlite para não gastar muito. Já tem uma camada de tinta completa e está muito mais bonita. A recuperação também vem a tempo de a usar num vídeo que se iniciará brevemente. Mais sobre isso no futuro..
E é possível criar um fresnel em D.I.Y. mode? Hell yeah!... Tb isso no futuro :P
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2007-10-03
Apresentação de Chase Jarvis
Este clip tem aparecido em alguns blogs como o 5ztarphotos e o Lighting Mods, e tem uma apresentação do fotografo Chase Jarvis, e que é rico em informação sobre a abordagem à fotografia comercial no dia de hoje.
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2007-10-02
Ferramentas de produtividade
Ser produtivo, especialmente como freelancer é importante. Importante e DIFICIL! Há tanto a acontecer que é muito fácil perder rumo e atenção, até nas tarefas mais simples.
Há imensas formas de tentar controlar todo o processo. Eliminar as distracções, dentro do possível ajuda. Desde algum tempo para cá que tenho o mail e o leitor RSS desligados, abrindo apenas em alguns intervalos do dia, como ao inicio da manhã, e logo após a hora de almoço, e fim de dia. A excepção será a de algum aviso de chegada de qualquer coisa de importante. E acredita que ajuda tanto. Agora em vez de ir de 5 em 5 minutos ver a chegada de mais uma mensagem de spam, ou publicidade/newsletter, vejo em 5 minutos noutra altura qualquer.
O importante é conseguir entrar naquilo que muitos chamam de "the zone". Elimina-se a distracção e concentra-se na tarefa concreta actual. E muito mais consegue ser efectuado assim. Sites como o Freelance Switch entre outros tem imensos artigos como as dicas.
Mas para além destas dicas, de alterações de rotinas, existem aplicações e documentos que nos permitem planear e organizar o dia a dia. O mais simples será, secalhar a agenda, ou um organizer "típico". O calendário do Outlook é óptimo, e existe o plugin Lightning para o Thunderbird. E isto é óptimo para planear algumas tarefas e marcar reuniões e afins. Tenho que começar a utiliza-los mais.
Muito do meu trabalho de planeamento de tarefas passa por listas de "a fazer" - ou como prefiro, o To-Do-List. E para isso há um pequena e excelent aplicação que é um óptimo complemento a uma agenda, que é o "ToDoList". Foi me recomendado no inicio do projecto que estou a desenvolver e tem sido uma ajuda a planear ou pelo menos a marcar os passos do desenvolvimento do projecto. E é muito ocmpleto.
Mas mesmo assim, por vezes, parece que ainda há mais alguma forma de planear as tarefas, não só de projectos, como das tarefas individuais do dia a dia. Ontem numas pesquisas que andava a efectuar, voltei a encontrar o site do David Seah. O David Seah tem uma série de documentos livres para planeamento de tarefas, a que ele chama de "Printable CEO Series". É muito completo e uma óptima ajuda. Tem formulários de marcação de objectivos, acompanhamento e temporização de tarefas entre outros. Os formula´riso são simples, bonitos e funcionais, e tem algo que aprecio - estão no papel, onde podes escrever e marcar e afins. Existe uma versão do calendário compacto com os feriados portugueses no Reflevível
Vou tentar adicionar estes formulários ao workflow, para tentar organizar melhor as tarefas.
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2007-10-01
Image Makers, Image Takers
Acabei há pouco de o ler, e estou pronto para o reler. É mesmo muito interessante o livro. As entrevistas, apesar de serem curtas são muito ricas em informação acerca das visões e modos de trabalho de cada fotografo entrevistado, e também muito informativo acerca do "outro lado" - os editores e curados, que trabalham com os fotógrafos e com as imagens finais, e que sempre evidente para quem está atrás da lente.
É uma leitura que recomendo, sem dúvida!
Image Makers, Image Takers @ Amazon uk
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2007-09-26
Layers Magazine Podcast
Da NAPP (a associação que criou e produz o Photoshop Users TV) surge um novo podcast, ligado à sua revista Layers Magazine. Layers Tv, como a revista, são dedicados a "tudo" Adobe, desde o Photoshop e inDesign ao Flash e Dreamweaver. Os episódios são mais curtos (12min) e podem ser vistos directamente na página.
Links:
LayersMagazine
LayersMagazine - episódios
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2007-09-25
100º episódio de Photoshop TV
Incrível, né? O grupo do Photoshop TV publicou hoje o seu 100º episódio!
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2007-09-24
Muita coisa de uma só vez...
Detesto deixar o blog parado tanto tempo, mas eventualmente acontece. É ciclico. Mas aqui vão alguns links e novidades e tal:
Hasselblad H3D-II e os Flextight X1 e X5
A Hasselblad apresenta novidades, principlamente a nova H3D-II - a 4ª geração de máquinas digitais da marca. 22,31, e 39MP são as resoluções de captura, todas com LCD de 3", entre outras coisas.
O site tb apresenta a linha de scanners da Haselblad, e recomendo ver a forma interessante de funcionamento da Flextight. Ao contrario da horizontalidade dos habituais scanners de mesa, o Flextight funciona com base num cilindro sobre a qual o suporte de película flexível enrola. É visivel na animação no site.
Polaroids
E por falar em película, finalmente chegou aquilo que espero há 24 dias. Películas Polaroid. As caixas da 55 são gigantes! Sério, tem as dimensões de um 20x30 / A$ e uma espessura de uns 6 cm. O cartão grosso protege bem a película.. o mais dificil foi encontrar espaço no frigorífico para o guardar. Também veio packs de 690, mais pequenos. Espero poder fazer proximamente uma analise da película aqui no blog para apresentar as características.
Recibos Verdes
Nesta(s) ultima(s) semana(s), tem surgido perguntas de colegas meus sobre o uso de recibos verdes. Para quem trabalha como freelancer, os recibos verdes são a principal forma de comprovativo de pagamento ao trabalhador independente. A contrapartida do estatuto é, principalmente, a falta de protecção social que o regime tem. É estúpido, mas é verdade. como costumo dizer, somos a escumalha do sistema fiscal nacional. Ainda por cima, infelizmente, há empresas que tentam abusar do estatuto e tentam "empregar", com sucesso, trabalhadores neste regime, o que é ilegal.
Aos meus colegas, já lhes dei as minhas dicas e a minha sabedoria limitada sobre fiscalidade, e em concreto, deste regime. Para quem não conhece bem o estatuto, fica aqui um link para um artigo com o regime bem explicado (e o tom sarcástico necessário) no site/blog do Luis Silva.
E nunca esquecer o Blog do FERVE (fartos destes recibos verdes).
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2007-09-17
Concurso de Fotografia Juv.Move
O Concurso de Fotografia Juv.Move organizado pela Divisão de Juventude da Câmara Municipal de Aveiro, pretende seleccionar a melhor reportagem fotográfica sobre a Semana da Juventude de Aveiro, a decorrer de 22 a 29 de Setembro de 2007. Pretende, igualmente, contribuir para estimular competências e talentos na arte da fotografia.
Candidatos: Podem participar todos os jovens a partir dos 14 anos de idade.
Candidaturas: Todos os interessados podem candidatar-se até 20 de Setembro de 2007, na Casa Municipal da Juventude de Aveiro, mediante o preenchimento de ficha própria, na qual constará: nome, morada, idade, telefone, número de contribuinte, e-mail, e indicação do pseudónimo.
Entrega do trabalho: Até dia 03 de Outubro, na Casa Municipal de Juventude de Aveiro
Prémios: 1º Prémio: 250,00€
2º Prémio: 150,00€
3º Prémio: 100,00€
Regulamento e Ficha de Inscrição disponíveis em:
www.cm-aveiro.pt (Área de actuação Juventude)
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2007-09-14
500GB por 89€!!
Com problemas de espaço para dados? Agora é a melhor oportunidade para adquirir muito e a bom preço. A Staples tem uma produção para discos externos de 500GB por apenas.. 89€! Óptimo preço para tanto espaço de armazenamento, e uma óptima oportunidade não só para reforçar ou alterar a capacidade de armazenamento de qualquer sistema, ou para ter um backup extra de dados. Ao preço q está, 2 discos ficam a um preço acessível para montar em RAID.
http://staples.pt/Produto.as*x?*d=25055
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MytyMyky
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2007-09-13
Work for free?
Há algo recorrente na área fotográfica (em especial) mas que presumo estender-se a todas as áreas artísticas. Trata-se da ideia do trabalho gratuito. Não é necessariamente o voluntário, em q propões o trabalho. Nem uma simples participação, para dar uma opinião (que em muitas profissões também é pago) É uma oferta de trabalho, que é trabalho, e que te propõem fazeres em troca de .. nada. Ou supostamente de crédito fotográfico (i.e. - o teu nome lá no sítio) ou o uso em portfólio.
Já estive metido nisso.. bastante até. Duvido que isso não aconteça a ninguém que se envolva na área. Independentemente de ser profissional ou amador. E quando se perde bastante, a dura lição é aprendida. Eu já aprendi. E felizmente agora há muito mais informação disponível - o blog do John Harrington (donde encontrei o artigo q apresento de seguida), o Freelance Switch, etc..
Isto tudo a propósito de um excelente artigo que publicado no site NO-SPEC, dedicado principalmente a este fenómeno recente de trabalho especulativo. Gostei principalmente das frases:
"So, given that they are less rare, and therefore less in demand, would it make sense to ask your mechanic to work on your car for free? Would you look him in the eye, with a straight face, and tell him that his compensation would be the ability to have his work shown to others as you drive down the street?
Would you offer a neurosurgeon the “opportunity” to add your name to his resume as payment for removing that pesky tumor? (Maybe you could offer him “a few bucks” for “materials”. What a deal!)"
ou em 'tugues'
"Dados que são mais abundantes, e portanto em menos demanda, faria sentido pedir ao mecânico para trabalhar gratuitamente no teu automóvel? Olharias olhos nos olhos a ele, com cara séria, e dizer-lhe que a compensação dele seria ter a possibilidade de ter o trabalho dele à vista de outros enquanto segues pela estrada fora?"
Oferecias a um neurocirurgião a "oportunidade" de adicionar o seu nome ao curriculum dele como pagamento pela remoção de um tumor chato? (Talvez pudesses oferecer-lhe uns trocos para "materiais"... Grande negócio!"
Depois disto, parece ridículo, não parece?...
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2007-09-12
Debugging is fun!...
E porque hoje faz exactamente uma semana desde o último post... É verdade.. desta vez estiquei-me um bocado em termos de ausência, mas que foi algo forçado. E não, nem foi pelo S.Paio (a que nem fui este ano, infelizmente).
Está a chegar um momento crítico no projecto de software que tenho desenvolvido nos últimos meses, e a atenção ao detalhe tem de ser redobrado. Há muitos formulários web ainda a fazer no backoffice da aplicação, com detalhes de funcionalidades que por fezes são técnicamente complicados de resolver. Isso e os problemas de debugging...
O que é "debugging"? É o processo de apurar os erros e suas causas em software. Em termos de método, permite correr o código que define a aplicação, linha a linha, e ver os valores que as variáveis tem. O cumulo surgiu no sábado, que, devido a UMA LETRA TROCADA, estive das 3 da tarde até às 4 da manha a olhar constantemente para as mesmas linhas de código vezes sem conta. Só descobri na manha seguinte. Pelo menos aquela funcionalidade da aplicação ficou bem mais rápida com as mudanças que apliquei!
Alias, só saí no fds para ir jantar (e que calhou e bem no mesmo sábado em que me andava a passar com o código). Fui a Águeda jantar com colegas, mas não necessariamente ao local da festa do leitão que se fazia nessa terra. Foi uma muito boa escapatória, em especial para passar o jantar a gozar com o Nuno Gomes ao ver o jogo. (Porque é que não dá o rugby???). Foi bom para descarregar. E descansar um pouco para a maratona que se seguiu.
Outra coisa que foi acontecendo, em especial na semana passada, mas também na anterior, foi a filmagem e produção de uma pequena curta metragem em stop-motion no estúdio do Dom Rubirosa. O trabalho era um projecto em falta para a finalização do curso de NTC, e devido a uma série de complicações com o grupo envolvido, o trabalho não foi efectuado em tempo devido.
Stop-motion define um método de animação de objectos em filme/vídeo em a a animação é criada imagem a imagem. Cada imagem do filme é tirado individualmente. A combinação de todas em sequência produz a animação. Dá MUIIIIITTTOOOO trabalho. São milhares de imagens para fazer os 3 minutos ou pouco mais de filmagem. A produção acabou por ser bem realizada e com muito pessoal amiga envolvida para conseguir acabar a tempo. Eu estivo, naturalmente a ajudar mais na área de iluminação, mas também andei a resolver alguns problemas técnicos a nível do site da curta (requisito do trabalho) e do software utilizado.
A captura foi feita com uma miniDV. É complicado usar uma mini-DV, especialmente as q tem muito pouco controlo ao nível da focagem e exposição. Usei a modelação das cabeças de flash do meu kit Profoto para iluminar. Foi um setup simples - Softbox á frente e por cima para uma luz global suave, e uma atrás com a grelha para recorte. Apesar de a modelação ser efectuada com lâmpadas de 250W, continua a ser uma potencia baixa para filmar; Mais, tendo em conta q a miniDV n tem controlo nenhum e que o tempo de exposição máximo (mais longo) rondava os 1/60s... parece qeu o ganho de luminosidade subiu e com ele o ruído de imagem. É claro que, se fosse uma D3, não havia problema - até a 1600ISO a imagem está limpa. Mas com uma miniDV, sem possibilidade de prolongar a exposição... é complicado.
E porque a miniDV e não a máquina fotográfica? Duas razões - primeiro, as imagens já saiem dimensionadas correctamente; Segundo, a aplicação que usamos - o Stop Motion station - tem funcionalidade de onion-skinning aliada à captura. O onion-skinning permite sobrepor o que a câmera está a captar com o que foi captado na imagem anterior para ter a possibilidade de ver o movimento realizado e facilitar o posicionamento dos bonecos. Foi um detalhe técnico que dependeu muito da solução de compromisso onde, neste caso, foi escolhido a questão da eficiência.
Espero brevemente colocar por aqui o resultado, até para poder comentar alguns detalhes. Ficou bastante giro, e foi muito interessante de se fazer (se bem que requer muita paciência, mas foi um bom momento passo).
Também tive a oportunidade de finalmente ver o "Noites Assim" - uma curta metragem filmada em Aveiro há alguns meses, onde tb ajudei a iluminar a cena. Nessa criei uma softbox custumizada para o filme - uma caixa 1mx1m, tremendamente arcaico, e com 6 lâmpadas de 100W lá dentro. Substituiu um candeeiro da sala. O resultado também ficou bem fixe. Essa devo conseguir colocar on-line mais rapidamente, penso eu.
Relativamente ao D.I.Y. tripé, esteve muito parado por me faltar uma ferramenta essencial - a serra de cortar ferro. Mas já regressou a casa. :D
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2007-09-05
Construir um Laboratório

Se há algo que gostava de experimentar, é a experiência de laboratório. Completo. Até agora, apenas revelei uns rolos.O que não é mau, mas não entra aquele momento mágico de ver a imagem a formar-se no papel fotográfico. Já usei bastante película de vários formatos, mas nunca tive a experiência da impressão, com grande pena minha. Nem no 8º ou 9º ano na EB 2/3, quando a minha turma tinha um grupo no laboratório em Ed. Tecnológica. Revelei, mas não imprimi...
Portanto, impressão está no meu TODO list. Portanto, adorava ter lab próprio. O problema no meu disto tudo é ter as condições mínimas para realizar a tarefa. Nomeadamente o espaço e o equipamento. Se bem que a nível de equipamento a coisa "faz-se" (a GF é modificável para um ampliador; moveis constroi-se ou modificam-se...), o espaço é que complica. A minha casa até tem diversos espaços úteis e óptimas, mas devido aos hábitos de utilização, não é possível usa-los sem conflitos. A garagem tem um veiculo q ocupa o espaço; A cozinha exterior é quase impossível de vedar... enfim.
A minha ideia agora prende-.se com a montagem de um "cubículo" semi-permanente num dos cantos do meu espaço de trabalho. Há diversos problemas para resolver, seja a nível da montagem das paredes falsas, seja de transporte de agua, seja de ventilação. E especialmente de vedação de luz. 1,5mx2m, ou 2mx2m penso que seriam suficientes para montar uma banca com bacia, uma pequena mesa auxiliar e a mesa do ampliador(em L). Pelo meaos fiquei com essa ideia depois de ler um pouco do "Build Your Own Home Darkroom" de Lista Duren e Will McDonald.
O livro já me esta a abrir os olhos para as imensas possibilidades de construção de acessórios, desde bancas e afins adequados. As instruções são suficientemente detalhadas e simples para serem entendidas, e a diversidade de projectos é optimo. Começa por falar do design do espaço do lab e escolha de equipamentos, depois tem info essencial de trabalho de madeira, depois a vedação e ventilação do lab (com instruções para construir as partes da ventilação necessária, e segue com diversos moveis - mesa de trabalho, suporte de parede para a coluna do ampliador, base ajustável para o ampliador, caixa de luz, bacia (feita em madeira e recorrendo a uso de tintas e tratamentos para vedar), o painel da distribuição de água, e um móvel para secagem das impressões. O livro é mesmo feito para o D.I.Y.er!
Se bem que ainda é cedo para construir o lab (por diversos factores), pelo menso o livro vai permitir começar a pensar de forma eficiente o espaço e começar a imaginar a construção dos acessórios.
Can't wait! ;)
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2007-09-03
"Using the View Camera"

As câmeras de grande formato, em termos de técnica de utilização, têm muito que se lhe diga. Têm toda a complexidade inerente a uma máquina fotográfica normalissima, com a adição dos movimentos técnicos de rise/fall, shift, swing, tilt e nalguns casos "yaw". Adiciona-se a isso regra de Scheimpflug (ligada à alteração da orientação do plano de focagem), a as alterações da abertura com a extensão do fole...
Pela web existe bastante informação. Basta ver os forums do http://www.largeformatphotography.info/forum/, por exemplo. Eu pessoalmente tenho muito gosto em ter um bom livro nas mãos e obter a informação daí. Sempre permite-me afastar do ecrã do PC.
Um que eu já tinha, em formato electrónico, era o "Using the View Camera", de Steve Simmons e publicada pela Amphoto Books. Infelizmente o livro é um scan do original, e portanto de reduzida qualidade. É mau de ler no ecrã e maus de ler impresso. Mas é perfeitamente notório que o conteúdo do livro é claro e de grande qualidade na informação. E daí decidi comprar o livro para o adicionar à colecção.
O livro é bastante completo e serve sem duvida como uma introdução completa - tem desde a informação das máquinas e formatos, das objectivas e obturadores, os princípios ópticos, os movimentos das máquinas, os modos de operação da máquina, películas, revelação, o sistema de zonas, e no fim uma série de exemplos de imagens usando a grande formato. Um livro pequeno mas completo.
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2007-09-02
D.I.Y. Tripod... meu próximo tripé?
O D.I.Y. é contagiante, sem dúvida. Agora que tenho uma Grande formato funcional, necessito de um suporte tb funcional. O tripé que tenho em uso actualmente, o Slik U212 não é propriamente das melhores coisinhas do mundo.. até o tripé mais "fraco" da Manfrotto deve ser melhor.
Para ser sincero, não dou muito uso ao tripé. Grande parte do que faço é "handheld". Com o grande formato não pode ser - é necessário um suporte seguro e estável. Caso contrario, o movimento e instabilidade serão notórios na película de área maior.
No vídeo, usei o 161MK2 da Manfrotto, que me foi emprestado pelo Victor Martins, por um tempo (enquanto continua o estágio em Lisboa). É um fabuloso ( e caro!!) tripé. Extremamente estável, é enorme - extensível até os 2,67m e pesa quase 8 kg! Infelizmente, n terei acesso continuo ao tripé, e n é muito agradável acartar aquele peso nem numa curta distância, pelo que necessito de encontrar uma solução.
Na verdade, não quero fazer grande investimento num tripé, pelo menso para já. Reconheço a importnacia do acessório em qualquer kit, e que, a comprar, justifica-se comprar de qualidade. O Slik em termos de pernas até nem é mau. O problema é a cabeça, que sendo de plástico, é extremamente maleável, O peso da máquina de grande formato facilmente o torce. Substituir a cabeça é uma solução possível, mas penso que n ficaria muito satisfeito depois com as pernas.
Tripés de madeira geralmente tem boa fama. Mas as versões comerciais são caríssimos. Vejam só o caso dos Ries. Mas é uma bela peça. E bons tripés custam dinheiro e justificam-se.
E é aqui que entra o D.I.Y. Será possível construir um bom tripé, com pouco dinheiro? Não considerando a cabeça do tripé, acredito que sim. Aliás, até acredito que seja bastante simples. Tão simples que, olhando para algumas imagens e fazendo umas pesquisas pela web, aprecebe-se que é.Aquilo que me "aflije" são 3 peças - o aperto das pernas, a montagem da cabeça, e o modo de travão da abertura das pernas. E acredito que todos tem soluções perfeitamente viáveis. Aliás parece que construir tripés é até bastante comun no mundo da astrónomia para os telescópios.
E portanto decidi dar o passo e iniciar a tarefa. preparei no papel aquilo que queria e os modos de apertos e afins. Alguns links para inspirar:
De manhã passei no IZI para comprar algumas peças. a madeira por acaso até já estava cortada ao comprimento que eu queria (ou quase). Vou utilizar caibre aplainadas 90x30x20. A outra opção era 40x15, que ao mesmo preço, era mais largo mas mais fino. Para as abraçadeiras, tenho duas barras de aluminio. Mais uma caixinha de cavilhas e parafusos e anilhas e porcas, a juntar a material que sobrou da máquina anterior... Pouco mais de 20€ em material para produzir o q espero ser um tripé decente.. vou fazer por isso :D
Mais um pouco de diversão!
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2007-08-31
Apresentação da Máquina D.I.Y.
Em cima estão os dois clips de apresentação da montagem da máquina de grande formato (4x5")que construi. Eu gostava de ter mencionado mais detalhes no clip, mas com o decorrer da gravação fui apenas dizendo aquilo que me vinha á cabeça. No clip podem ver os detalhes da montagem e também falo de alguns detalhes da construção que podem ajudar a quem decidir tentar construir uma.
Por acaso falta uma parte que não estava muito boa, mas que n era tão importante, que eram os detalhes da lente de grande formato e o pára-sol para o despolido.
Obrigado ao Miguel Santos pela ajuda na gravação e montagem do vídeo, e desculpem as minhas falhas de vocabulário técnico no meio disso tudo... à pressa é assim!
English:
Up top are two clips (playlist) where I present my D.I.Y. 4x5" camera that I built. It's in portuguese, so those who don't know the language might get lost. Spanish speaking folks might understand something. I basicly shows the camera parts, how they setup (which is usefull for anyone looking for ideas for building one). I also mention come of the construction details.
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MytyMyky
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