2007-09-14

500GB por 89€!!

Com problemas de espaço para dados? Agora é a melhor oportunidade para adquirir muito e a bom preço. A Staples tem uma produção para discos externos de 500GB por apenas.. 89€! Óptimo preço para tanto espaço de armazenamento, e uma óptima oportunidade não só para reforçar ou alterar a capacidade de armazenamento de qualquer sistema, ou para ter um backup extra de dados. Ao preço q está, 2 discos ficam a um preço acessível para montar em RAID.

http://staples.pt/Produto.as*x?*d=25055

2007-09-13

Work for free?

Há algo recorrente na área fotográfica (em especial) mas que presumo estender-se a todas as áreas artísticas. Trata-se da ideia do trabalho gratuito. Não é necessariamente o voluntário, em q propões o trabalho. Nem uma simples participação, para dar uma opinião (que em muitas profissões também é pago) É uma oferta de trabalho, que é trabalho, e que te propõem fazeres em troca de .. nada. Ou supostamente de crédito fotográfico (i.e. - o teu nome lá no sítio) ou o uso em portfólio.

Já estive metido nisso.. bastante até. Duvido que isso não aconteça a ninguém que se envolva na área. Independentemente de ser profissional ou amador. E quando se perde bastante, a dura lição é aprendida. Eu já aprendi. E felizmente agora há muito mais informação disponível - o blog do John Harrington (donde encontrei o artigo q apresento de seguida), o Freelance Switch, etc..

Isto tudo a propósito de um excelente artigo que publicado no site NO-SPEC, dedicado principalmente a este fenómeno recente de trabalho especulativo. Gostei principalmente das frases:

"So, given that they are less rare, and therefore less in demand, would it make sense to ask your mechanic to work on your car for free? Would you look him in the eye, with a straight face, and tell him that his compensation would be the ability to have his work shown to others as you drive down the street?

Would you offer a neurosurgeon the “opportunity” to add your name to his resume as payment for removing that pesky tumor? (Maybe you could offer him “a few bucks” for “materials”. What a deal!)"


ou em 'tugues'

"Dados que são mais abundantes, e portanto em menos demanda, faria sentido pedir ao mecânico para trabalhar gratuitamente no teu automóvel? Olharias olhos nos olhos a ele, com cara séria, e dizer-lhe que a compensação dele seria ter a possibilidade de ter o trabalho dele à vista de outros enquanto segues pela estrada fora?"

Oferecias a um neurocirurgião a "oportunidade" de adicionar o seu nome ao curriculum dele como pagamento pela remoção de um tumor chato? (Talvez pudesses oferecer-lhe uns trocos para "materiais"... Grande negócio!"

Depois disto, parece ridículo, não parece?...

2007-09-12

Debugging is fun!...

E porque hoje faz exactamente uma semana desde o último post... É verdade.. desta vez estiquei-me um bocado em termos de ausência, mas que foi algo forçado. E não, nem foi pelo S.Paio (a que nem fui este ano, infelizmente).

Está a chegar um momento crítico no projecto de software que tenho desenvolvido nos últimos meses, e a atenção ao detalhe tem de ser redobrado. Há muitos formulários web ainda a fazer no backoffice da aplicação, com detalhes de funcionalidades que por fezes são técnicamente complicados de resolver. Isso e os problemas de debugging...

O que é "debugging"? É o processo de apurar os erros e suas causas em software. Em termos de método, permite correr o código que define a aplicação, linha a linha, e ver os valores que as variáveis tem. O cumulo surgiu no sábado, que, devido a UMA LETRA TROCADA, estive das 3 da tarde até às 4 da manha a olhar constantemente para as mesmas linhas de código vezes sem conta. Só descobri na manha seguinte. Pelo menos aquela funcionalidade da aplicação ficou bem mais rápida com as mudanças que apliquei!

Alias, só saí no fds para ir jantar (e que calhou e bem no mesmo sábado em que me andava a passar com o código). Fui a Águeda jantar com colegas, mas não necessariamente ao local da festa do leitão que se fazia nessa terra. Foi uma muito boa escapatória, em especial para passar o jantar a gozar com o Nuno Gomes ao ver o jogo. (Porque é que não dá o rugby???). Foi bom para descarregar. E descansar um pouco para a maratona que se seguiu.

Outra coisa que foi acontecendo, em especial na semana passada, mas também na anterior, foi a filmagem e produção de uma pequena curta metragem em stop-motion no estúdio do Dom Rubirosa. O trabalho era um projecto em falta para a finalização do curso de NTC, e devido a uma série de complicações com o grupo envolvido, o trabalho não foi efectuado em tempo devido.

Stop-motion define um método de animação de objectos em filme/vídeo em a a animação é criada imagem a imagem. Cada imagem do filme é tirado individualmente. A combinação de todas em sequência produz a animação. Dá MUIIIIITTTOOOO trabalho. São milhares de imagens para fazer os 3 minutos ou pouco mais de filmagem. A produção acabou por ser bem realizada e com muito pessoal amiga envolvida para conseguir acabar a tempo. Eu estivo, naturalmente a ajudar mais na área de iluminação, mas também andei a resolver alguns problemas técnicos a nível do site da curta (requisito do trabalho) e do software utilizado.

A captura foi feita com uma miniDV. É complicado usar uma mini-DV, especialmente as q tem muito pouco controlo ao nível da focagem e exposição. Usei a modelação das cabeças de flash do meu kit Profoto para iluminar. Foi um setup simples - Softbox á frente e por cima para uma luz global suave, e uma atrás com a grelha para recorte. Apesar de a modelação ser efectuada com lâmpadas de 250W, continua a ser uma potencia baixa para filmar; Mais, tendo em conta q a miniDV n tem controlo nenhum e que o tempo de exposição máximo (mais longo) rondava os 1/60s... parece qeu o ganho de luminosidade subiu e com ele o ruído de imagem. É claro que, se fosse uma D3, não havia problema - até a 1600ISO a imagem está limpa. Mas com uma miniDV, sem possibilidade de prolongar a exposição... é complicado.

E porque a miniDV e não a máquina fotográfica? Duas razões - primeiro, as imagens já saiem dimensionadas correctamente; Segundo, a aplicação que usamos - o Stop Motion station - tem funcionalidade de onion-skinning aliada à captura. O onion-skinning permite sobrepor o que a câmera está a captar com o que foi captado na imagem anterior para ter a possibilidade de ver o movimento realizado e facilitar o posicionamento dos bonecos. Foi um detalhe técnico que dependeu muito da solução de compromisso onde, neste caso, foi escolhido a questão da eficiência.

Espero brevemente colocar por aqui o resultado, até para poder comentar alguns detalhes. Ficou bastante giro, e foi muito interessante de se fazer (se bem que requer muita paciência, mas foi um bom momento passo).

Também tive a oportunidade de finalmente ver o "Noites Assim" - uma curta metragem filmada em Aveiro há alguns meses, onde tb ajudei a iluminar a cena. Nessa criei uma softbox custumizada para o filme - uma caixa 1mx1m, tremendamente arcaico, e com 6 lâmpadas de 100W lá dentro. Substituiu um candeeiro da sala. O resultado também ficou bem fixe. Essa devo conseguir colocar on-line mais rapidamente, penso eu.

Relativamente ao D.I.Y. tripé, esteve muito parado por me faltar uma ferramenta essencial - a serra de cortar ferro. Mas já regressou a casa. :D

2007-09-05

Construir um Laboratório

builddarkroom

Se há algo que gostava de experimentar, é a experiência de laboratório. Completo. Até agora, apenas revelei uns rolos.O que não é mau, mas não entra aquele momento mágico de ver a imagem a formar-se no papel fotográfico. Já usei bastante película de vários formatos, mas nunca tive a experiência da impressão, com grande pena minha. Nem no 8º ou 9º ano na EB 2/3, quando a minha turma tinha um grupo no laboratório em Ed. Tecnológica. Revelei, mas não imprimi...

Portanto, impressão está no meu TODO list. Portanto, adorava ter lab próprio. O problema no meu disto tudo é ter as condições mínimas para realizar a tarefa. Nomeadamente o espaço e o equipamento. Se bem que a nível de equipamento a coisa "faz-se" (a GF é modificável para um ampliador; moveis constroi-se ou modificam-se...), o espaço é que complica. A minha casa até tem diversos espaços úteis e óptimas, mas devido aos hábitos de utilização, não é possível usa-los sem conflitos. A garagem tem um veiculo q ocupa o espaço; A cozinha exterior é quase impossível de vedar... enfim.

A minha ideia agora prende-.se com a montagem de um "cubículo" semi-permanente num dos cantos do meu espaço de trabalho. Há diversos problemas para resolver, seja a nível da montagem das paredes falsas, seja de transporte de agua, seja de ventilação. E especialmente de vedação de luz. 1,5mx2m, ou 2mx2m penso que seriam suficientes para montar uma banca com bacia, uma pequena mesa auxiliar e a mesa do ampliador(em L). Pelo meaos fiquei com essa ideia depois de ler um pouco do "Build Your Own Home Darkroom" de Lista Duren e Will McDonald.

O livro já me esta a abrir os olhos para as imensas possibilidades de construção de acessórios, desde bancas e afins adequados. As instruções são suficientemente detalhadas e simples para serem entendidas, e a diversidade de projectos é optimo. Começa por falar do design do espaço do lab e escolha de equipamentos, depois tem info essencial de trabalho de madeira, depois a vedação e ventilação do lab (com instruções para construir as partes da ventilação necessária, e segue com diversos moveis - mesa de trabalho, suporte de parede para a coluna do ampliador, base ajustável para o ampliador, caixa de luz, bacia (feita em madeira e recorrendo a uso de tintas e tratamentos para vedar), o painel da distribuição de água, e um móvel para secagem das impressões. O livro é mesmo feito para o D.I.Y.er!

Se bem que ainda é cedo para construir o lab (por diversos factores), pelo menso o livro vai permitir começar a pensar de forma eficiente o espaço e começar a imaginar a construção dos acessórios.

Can't wait! ;)

2007-09-03

"Using the View Camera"

ViewCamera

As câmeras de grande formato, em termos de técnica de utilização, têm muito que se lhe diga. Têm toda a complexidade inerente a uma máquina fotográfica normalissima, com a adição dos movimentos técnicos de rise/fall, shift, swing, tilt e nalguns casos "yaw". Adiciona-se a isso regra de Scheimpflug (ligada à alteração da orientação do plano de focagem), a as alterações da abertura com a extensão do fole...

Pela web existe bastante informação. Basta ver os forums do http://www.largeformatphotography.info/forum/, por exemplo. Eu pessoalmente tenho muito gosto em ter um bom livro nas mãos e obter a informação daí. Sempre permite-me afastar do ecrã do PC.

Um que eu já tinha, em formato electrónico, era o "Using the View Camera", de Steve Simmons e publicada pela Amphoto Books. Infelizmente o livro é um scan do original, e portanto de reduzida qualidade. É mau de ler no ecrã e maus de ler impresso. Mas é perfeitamente notório que o conteúdo do livro é claro e de grande qualidade na informação. E daí decidi comprar o livro para o adicionar à colecção.

O livro é bastante completo e serve sem duvida como uma introdução completa - tem desde a informação das máquinas e formatos, das objectivas e obturadores, os princípios ópticos, os movimentos das máquinas, os modos de operação da máquina, películas, revelação, o sistema de zonas, e no fim uma série de exemplos de imagens usando a grande formato. Um livro pequeno mas completo.

2007-09-02

D.I.Y. Tripod... meu próximo tripé?

O D.I.Y. é contagiante, sem dúvida. Agora que tenho uma Grande formato funcional, necessito de um suporte tb funcional. O tripé que tenho em uso actualmente, o Slik U212 não é propriamente das melhores coisinhas do mundo.. até o tripé mais "fraco" da Manfrotto deve ser melhor.

Para ser sincero, não dou muito uso ao tripé. Grande parte do que faço é "handheld". Com o grande formato não pode ser - é necessário um suporte seguro e estável. Caso contrario, o movimento e instabilidade serão notórios na película de área maior.

No vídeo, usei o 161MK2 da Manfrotto, que me foi emprestado pelo Victor Martins, por um tempo (enquanto continua o estágio em Lisboa). É um fabuloso ( e caro!!) tripé. Extremamente estável, é enorme - extensível até os 2,67m e pesa quase 8 kg! Infelizmente, n terei acesso continuo ao tripé, e n é muito agradável acartar aquele peso nem numa curta distância, pelo que necessito de encontrar uma solução.

Na verdade, não quero fazer grande investimento num tripé, pelo menso para já. Reconheço a importnacia do acessório em qualquer kit, e que, a comprar, justifica-se comprar de qualidade. O Slik em termos de pernas até nem é mau. O problema é a cabeça, que sendo de plástico, é extremamente maleável, O peso da máquina de grande formato facilmente o torce. Substituir a cabeça é uma solução possível, mas penso que n ficaria muito satisfeito depois com as pernas.

Tripés de madeira geralmente tem boa fama. Mas as versões comerciais são caríssimos. Vejam só o caso dos Ries. Mas é uma bela peça. E bons tripés custam dinheiro e justificam-se.

E é aqui que entra o D.I.Y. Será possível construir um bom tripé, com pouco dinheiro? Não considerando a cabeça do tripé, acredito que sim. Aliás, até acredito que seja bastante simples. Tão simples que, olhando para algumas imagens e fazendo umas pesquisas pela web, aprecebe-se que é.Aquilo que me "aflije" são 3 peças - o aperto das pernas, a montagem da cabeça, e o modo de travão da abertura das pernas. E acredito que todos tem soluções perfeitamente viáveis. Aliás parece que construir tripés é até bastante comun no mundo da astrónomia para os telescópios.

E portanto decidi dar o passo e iniciar a tarefa. preparei no papel aquilo que queria e os modos de apertos e afins. Alguns links para inspirar:

  • Make a stirdy wood tripod

  • Make your own tripod head

  • DIck Streff's Camlock Tripod

  • Ries tripods


  • De manhã passei no IZI para comprar algumas peças. a madeira por acaso até já estava cortada ao comprimento que eu queria (ou quase). Vou utilizar caibre aplainadas 90x30x20. A outra opção era 40x15, que ao mesmo preço, era mais largo mas mais fino. Para as abraçadeiras, tenho duas barras de aluminio. Mais uma caixinha de cavilhas e parafusos e anilhas e porcas, a juntar a material que sobrou da máquina anterior... Pouco mais de 20€ em material para produzir o q espero ser um tripé decente.. vou fazer por isso :D

    Mais um pouco de diversão!

    2007-08-31

    Apresentação da Máquina D.I.Y.



    Em cima estão os dois clips de apresentação da montagem da máquina de grande formato (4x5")que construi. Eu gostava de ter mencionado mais detalhes no clip, mas com o decorrer da gravação fui apenas dizendo aquilo que me vinha á cabeça. No clip podem ver os detalhes da montagem e também falo de alguns detalhes da construção que podem ajudar a quem decidir tentar construir uma.

    Por acaso falta uma parte que não estava muito boa, mas que n era tão importante, que eram os detalhes da lente de grande formato e o pára-sol para o despolido.

    Obrigado ao Miguel Santos pela ajuda na gravação e montagem do vídeo, e desculpem as minhas falhas de vocabulário técnico no meio disso tudo... à pressa é assim!

    English:
    Up top are two clips (playlist) where I present my D.I.Y. 4x5" camera that I built. It's in portuguese, so those who don't know the language might get lost. Spanish speaking folks might understand something. I basicly shows the camera parts, how they setup (which is usefull for anyone looking for ideas for building one). I also mention come of the construction details.

    2007-08-30

    Mark Cornelison - photoshoot



    O strobist hoje tem um clip publicado pelo fotografo Mark Cornelison, com uma amostra de uma sessão com jogadores de futebol americano. Tem uma óptima amostra de esquema de iluminação e resultados bem interessantes e dramáticos, típicos deste fotografo quando fotografa desportistas. E vejam a Crown Graphic.. :D

    More tests

    moliceiro

    Ontem saí um pouco com o Miguel Santos para filmar um pequeno clip sobre a máquina que construí, a apresentar alguns detalhes da maquina. Se tudo correr bem, terei isso on-line até amanhã. O Miguel, para quem não sabe, é pós-produtor audiovisual, tendo acabado o curso recentemente na Restart. Portanto, tendo em conta que ele estava por cá tive que aproveitar para filmar o clip e por a conversa em dia. Demos um salto à Cambeia que estava com óptimo aspecto - a luz de fim de tarde esta boa, o vento estava calmo, e a maré estava cheia e a transbordar o cais.

    Depois do clip optei por sacar mais umas imagens de teste. A primeira foi a do moliceiro que saiu óptima. As entradas de luz estão resolvidas depois de uma camada extra de tinta no interior e o veludo no back. Depois tentei um retrato do pós-produtor. Dado a hora, o sol já estava baixo e eu não tinha comigo a iluminação extra. Mas a luz estava óptima em termos de modelação - suave e lateral para a composição. mesmo assim era algo como 1/30s a f 5.6 +2/3. A imagem saiu bem exposta, mas a focagem na face ta muito fora. No visor estava bem, mas a acção de introdução do back pode ter afectado a posição. Ou então foi pelo back estar mais baixo q o painel frontal e portanto a parte superior da imagem , por n estar no centro do circulo da imagem, ficar um pouco degradado. O tronco ta sharp; a face não. Testei numa segunda imagem, que ficou sharp, mas sub-exposto, isto após a a remedição da luz e ajusto. Possivelmente ha um problema com os tempos de obturação lentos , que vou ter de testar...

    miguel-santos

    2007-08-28

    S.Paio da Torreira 2007



    Tem havido algum tráfego constante do Google para o blog à procura de info sobre o S. Paio da Torreira deste ano. Bem, nesse caso recomendo o salto ao Santa Terrinha, blog do Januário Cunha para detalhes sobre o programa.

    Neste post prefiro falar das oportunidades fotográficas que a festa oferece. Para já, estamos a falar de uma festa que atrai gentes de toda a região. É uma altura em que tudo cai na Torreira, e a população quadruplica. O povo passeia pela avenida principal incessantemente, parando para ver os produtos que os feirantes apresentam. É um óptimo motivo para quem gosta do género de "street photography" - não falta pessoas nem actividade. É daquelas situações em que uma grande angular produz maravilhas.

    A vertente religiosa também será uma atracção interessante para alguns. A procissão apresenta motivos ligados ao trabalho na ria e no mar interessantes e típicos. É de notar que a procissão geralmente sai em hora de sol alto, que não é a condição mais favorável em termos de iluminação. Um flash para encher será certamente um grande auxílio a menos que prefere imagens com sombras carregadas (também depende do céu limpo ou enublado.

    Dois dos pontos altos da festa são, sem duvida, os momentos pirotécnicos. O primeiro efectua-se no "mar". Grande parte do fogo de artificio desta apresentação são objectos animados (como por exemplo um homem a andar de bicicleta) em que as linhas são construídos com elementos pirotécnico, iluminado e animando a figura. A apresentação tem uma série de figuras intermeadas com fogo lançado para o ar a partir das areias da praia. Há uns anos fotografei o fogo a partir das areias da praia. Com uma grande angular (na altura uma fisheye), é possível captar o cenário do mar de gente no passeio junto á praia e tb nas areias da praia (silhuetas) e ainda o fogo no ar (a imagem que abre o post é desse momento). Um tripé é naturalmente um acessório obrigatório para este efeito.

    A segunda amostra de fogo é realizado na ria. Esta amostra tem uma característica muito interessante que é o facto de o fogo ser lançado para as águas da ria a partir dos bateiras, e disparadas da água. Existem dois ponto idiais para visualizar este evento. O primeiro é junto do cais , na ria, do lado da Torreira. "Up close and personal". O outro ponto é no outro lado da ria, no cais da Bestida. A fotografia a partir da Bestida requer tripé e teleobjectiva - algo na gama de uma 300mm para 35mm ou mais. Dado o crop do sensor nas DSLR, creio que uma uma 300fixa ou algo na onda dos 100-300 serão mais que suficientes. O único risco que existe em fotografar do lado da Bestida é o tempo. Se estiver enublado, nevoeiro, ou o vento não puxar os fumos convenientemente, torna-se bastante dificil fotografar. Em ambos as amostras (mar e ria) o show é longo - de 15 a 30 minutos, o que dá bastante tempo para efectuar imagens, sendo os climaxes no fim, normalmente.


    Outro ponto alto são o conjunto de corridas quer das bateiras a vela, quer dos Moliceiros, que são sempre uma atracção. Para quem estiver nas margens, a teleobjectiva é a melhor opção. Felizmente o ano passado tive a oportunidade de seguir quer na bateira do meu tio, quer num moliceiro, o que foi uma experiência fantástica, e permitiu outro tipo de apreciação do evento.

    Por último, refiro as festanças típicas pelos bares, e os concertos de musica popular portuguesa no palco principal da praça da varina, que naturalmente move milhares de personas a participarem e apreciarem os eventos.

    30fps.. alguem?

    Veja só este "rig" que o fotografo da USA Today Robert Hanashiro montou para captar a sequência de uma tacada de basebol do Bary Bonds, jogador que acabou de bater o recorde de homeruns da carreira (que esta assim meio defraudado pelo facto de ele ter usado esteróides em anos anteriores...).

    Anyway, 3 câmaras que disparam a 10fps, 3 objectivas de 600mm montadas em paralelo, e arduamente alinhadas, e pocketwizards com um atraso definido. Deste modo, as 3 máquinas captam aproximadamente a mesma composição e perspectiva, e o atraso definido nos disparos permite as maquinas dispararem desfasadamente , em sequência (maquina A, depois B, depois C depois A...)de modo a elevar os 10fps aos 30fps.

    O vídeo: http://www.sportsshooter.com/special_feature/30fps/
    A sequência: http://www.usatoday.com/sports/graphics/bonds-756/flash.htm

    2007-08-26

    Test shots

    Ontem finalmente "acabei" a máquina. Entre aspas porque na realidade ainda n está completamente acabada. Há melhoramentos a fazer e problemas a corrigir. De qualquer forma dei um salto á bestida no fim da manhã para efectuar os primeiros testes.

    bestida1

    Esta foi a primeira :D. Só para situar, tinha um pack de Fuji FB100 num back de packfilm próprio para maquinas 4x5. A área da imagem é naturalmente mais pequena. De qualquer forma não me recordava qual o tempo de revelação da película, mas arrisquei uns 60 segundos. Fiz a medição (1/30 @ f22.7). A focagem é aproximado do infinito portanto não tive que compensar pelo comprimento do fole. Aguardei pelos 60 segundos da revelação e quando abri, naturalmente não estava correcto. Tentei o mesmo com uma segunda imagem, mas baixando o tempo de revelação para uns 40s e o resultado foi aproximadamente o mesmo. Mais que um problema de revelação (o resultado era muito parecido) parecia-me um problema de entrada de luz. Também, logo a seguir descubri que cada película tem lá o revelação impresso - 30s @24º. Tava quentinho potanto supus os +20º.

    Para tentar detectar a verdade da entrada de luz, fiz uma exposição apenas retirando o darkslide durante 30 segundos. Após a revelação - o resultado :

    fog

    Tendo em conta a inversãoi da imagem, a luz vinha a entrar da parte superior. Para verificar, tapei o back com o casaco (que estava a ser usado como pano de focagem) e fiz uma terceira exposição:

    bestida2

    Esta um pouco sujo do scan , mas o contraste esta bem melhor e a entrada de luz foi convenientemente combatida.do painel frontal e fole, não vejo luz absolutamente nenhuma, nem qualquer pinhole no fole. Além do mais, ontem dei uma camada de tinta acrílica (preto matt) sobre as madeiras interiores para remover os brilhos internos.

    Há pouco apliquei uma camada de autocolante aveludado no back na zona de encaixe do suporte de película a ver se resolve. o papel aveludado tinha resultado bem no pinhole do género que criei há tempos. espero resultar bem novamente. Por fim ainda fiz uma para ver o efeito de desfoque numa proa que ainda n conhecia - a abertura esta a f8 e estou aproximadamente a 2 metros da proa nesta imagem:

    proa

    E ainda alguma fuga de luz...

    2007-08-23

    Já não era sem tempo!

    Parece que a Nikon volta a ser a marca a responder aos avanços da concorrente, e desta vez parece uma resposta bem boa - as novas D3 e D300! A D3 é o avanço significativo - a Nikon entra na gama das full-frames com a nova maquina. Mantém os 12Mpx da antecessora, mas agora num sensor full-frame, com ISO base entre 200 e 6400 (o sensor maior permite melhor rendimento em situações de iluminação fraca), e sequências de 8 a 11 fps - considerada a mais rápida das DSLRs no mercado! Outra vantagem - o preço. a nova D3 custa aproximadamente $5000, 3000 a menos que a MkIII da Canon, se bem que a MkIII tem uma resolução superior. Já a D300 iguala os 12MPx mas num sensor mais pequeno de formato DX.

    Os reviews completos estão no D-Preview: D3 e D300

    2007-08-22

    MAGNAchrōm



    E eis uma óptima forma de começar a manha de hoje. MAGNAchrōm é uma revista electrónica dedicada ao médio e grande formato, seja ele de captura química ou electrónica. A revista está muito bem produzida, com detalhes para melhorar a experiência de leitura no ecrã (páginas à medida e texto bem dimensionado). As revistas contém entrevistas a fotógrafos, portfólios de imagens, e reviews comparativos de equipamentos (por exemplo, cabeças de tripé) além de muita informação técnica.

    Actualmente existem 5 edições, e para aceder ás revistas é necessário registar-se (merece o esforço, na minha opinião).

    http://www.magnachrom.com

    2007-08-21

    Scanner Camera

    Uma das belas coisas do D.I.Y. é que o limite é a imaginação (e a carteira). A parte dificil é resolver as questões técnicas que nem sempre são evidentes.

    Um belo projecto que por aí anda é a da câmara com scanner para a captação de imagem. As câmaras com scanner resolvem parcialmente um dos problemas que as digitais de nível de consumidor comum tem, ou mesmo ao nível das médio formato digitais - resolução. Máquinas de consumo tem geralmente 10MP, e as médio formato tem entre os 16 e os 40MP (naturalmente as Mark II/III são excepções no formato/resolução). No entanto, para máquinas de grande formato, não existe um sensor de dimensões apropriadas - simplesmente seria demasiado caro de produzir para ser viável.



    Para as grande formato, há backs de scanner apropriados e que conseguem elevadas resoluções. Um exemplo são os scanners da Better Light. O seu modelo Super 10k-HS consegue uma resolução de 416Mpx - são 10,200 x 13,600 pixeis e um ficheiro de aproximadamente 800Mb com 48bits de cor. Gigante! A elevada resolução permite melhor detalhe nas ampliações em relação a maquinas de consumo e mesmo os backs de médio formato. Esta pagina demonstra a comparação entre o scan e a imagem de uma DSLR. E ainda aproveita os movimentos técnicos da máquina!

    Naturalmente, ha desvantagens associadas, também. Primeiro, o scan envolve um sensor móvel que vare a imagem que a lente forma, e portanto demora tempo. Movimento no sujeito é problemático - portanto a aplicação será mais para elementos estáticos. Imagina quadros, peças de museu, still-life. São sem duvida objectos que requerem muitas vezes a resolução extra, e são estáticos. O preço também é problemático. O modelo referido anteriormente custa apenas $22,000. Há modelos mais baixos - o 4000E-HS rende 3750x5000px por $6500. De qualquer forma, estão dentro da gama de preços para backs de médio formato, mas apresenta a limitação do movimento do sujeito.

    E o D.I.Y.??? Onde há a versão comercial, há sempre uma versão caseira. Basicamente a camera em maior - digamos que equivalente a uma 8x10", mas o back é um scanner de consumidor. Os scanners Geralmente são abertos e é removido o array de microlentes internas para que a imagem formada no sensor seja a proveniente da lente da maquina e n as do scanner. Naturalmente controlar os tempos de exposição por linha requer manipulação de software, mas é possivel, especialmente tendo em conta bibliotecas abertas de controlo de scanner.

    O primeiro projecto que vi do género foi o do Mike Golembewski. Ele aproveitou muito bem o tempo de demora do scanner para efectuar algumas experiências interessantes. Também tem informação técnica sobre as câmaras.

    Outros projectos bem interessantes são o do John Van Horn e o que é apresentado em Stockholmviews.com. No primeiro há um paper sobre o assunto com informação detalhada do projecto; o segundo fala de alguns problemas do scanner, nomeadamente os riscos e como superar o problema.

    2007-08-20

    O fole...

    fole-acabado

    E hoje fiz o fole. É um processo giro, mas extremamente cansativo. Demasiados detalhes de medidas e marcações. Não é uma tarefa dificil, na realidade. Apenas requer é paciência. Eu segui mais ou menos o processo descrito na página do Joe Smigiel dedicado à construção do fole. A pagina descreve detalhadamente o processo de planeamento e de construção de um fole quadrado.

    Today I worked on the bellows. Its an interesting but tiring process. It not hard, really. You just need a lot of patience. I follow more or less the process described in Joe Smigiels bellows construction page The web page describes in detail the process for building the square bellows.

    Para o meu fole, a largura interior é de 12cm (A), com vincos de 1,5cm de largura (B) (recomendo maior para ajudar a comprimir mais o fole). O lado exterior é de 15cm (C). Fiz para um comprimento de 40cm que é o comprimento para focar um objecto a 1:1 com uma lente de 200mm ( 2x distância focal). Em termos de tecidos, usei blackout para o exterior (com o lado com textura no exterior) e um tecido negro que encontrei barato nos retalhos para o interior. Foram pedaços com, no mínimo, 70,5 x 84cm. Para os "stiffners", usei cartolina preta simples.

    For my bellows, the interior width is 12cm (A), the folds are 1,5cm wide (B) (I recomend larger to help the bellos fold up more). Outer width is 15cm (C). I made it to extend 40cm, which would allow a 1:1 with a 200mm lens (2x the focal distance). Material wise, I used Blaskout cloth for the outer part and some random black cloth leftovers for the interior. Both parts have a minimum of 70,5x84cm. For the stiffners, I used black card paper.

    fole-marcas

    O primeiro passo é marcar o blackout, com o interior (liso) para cima. Um esquadro grande é muito útil para esta situação. Primeiro marquei os painéis, depois os vincos. Com marcados preto grosso, marquei as zonas q n levam cola para auxiliar saber em que posição ficava as peças. Como fica no interior, podes marcar à vontade. Tendo as peças em cartolina cortadas, foi possível cola-las. Usei cola de contacto com um pincel. Em termos de peças em cartolina são aproximadamente 300 pedaços - 150 rectangulares e 150 trapezoidais.

    First stepwas to mark the blackout, with the interior side (smooth side) up. A cartenter's square is very usefull. First I marked the panels, then the folds. With a thick black marker I painted the areas that would not get stiffners (helps remove confusion from the gluing process). Its on the inside anyway, so it doesn't have to be very neat. With the stiffners cut, It was possible to start the gluing process. Contact glue was used, with a bruch (very tough). There where about 300pieces of stiffner card cut out - 150 rectangles and 150 trapezoids.

    fole-colagem

    Depois das peças coladas, apliquei o forro negro. Fixei o forro préviamente cortado (incluindo as diagonais de sobreposição) numa das pontas e fui colando cerca de 5 filas de cartolina de cada vez.

    With the stiffners glued, I applied the inner black cloth layer. The cloth was previously cut (including the diagonal cuts) and went from one ned to the other gluing about 5 stiffner rows at a time.

    fole-fecho

    Com o forro colado e minimamente seco ( a cola de contacto pareceu-me ser rápido a efectuar uma secagem inicial), é possível proceder ao fecho. Geralmente é usado um tubo, mas eu dispensei, sem problemas. Pode, no entanto, ser útil no processo de vincagem. A fita cola é auxiliar no processo e ajuda no ajusto das pontas. A sobreposição é de 1,25cm, e foi marcado previamente à fixação das peças em cartolina.

    With the inner layer suficiently dried, I closed up the bellows. Normally a form is used but I dispensed it. It would have been useful though in the fold process (I think). I used tape to help close up the bellows.

    fole-vincos

    Por fim fica o processo de vincagem. O mais dificil é o primeiro anel vincado, e manter os vincos efectuados. Molas neste caso (e como mostra a imagem), são muito úteis. O ultimo +asso (e o estado em que o fole se encontra enquanto escrevo isto) é colocar peso sobre o fole dobrado para reforçar os vincos.

    Finally, teh folding process. The toughest thing is getting the first one folded, and keeping the folds. clips and pins are very usefull. Even paper clips, to hold individual folds will work. After having it all folded up, add weight to help maintain its form.

    Agora resta pintar o fole (penso que branco não será a cor mais indiciada para o fole), e fixar os painéis que encaixam nos elementos frontal/traseiro da máquina. SE tudo correr bem, talvez tenha a possibilidade de mais para o fim de semana efectuar uma imagem de teste!

    Sempre imaginei que este seria um processo bem mais complexo, mas é bastante simples. Requer apenas paciência. Naturalmente tem aplicabilidade noutros elementos como para sol (ajustável) ou mesmo para efectuar uma extensão macro.

    Canon 1Ds MarkIII

    Já estou um pouco como o John Harrington - onde anda a Nikon? hehe... É que a Amazon.com deixou passar a info da nova MarkIII da Canon. E que MAQUINÂO! Fullframe de 21Mpx, LCD de 3", 5 fps... é brutal, não haja dúvidas. Também por $7,999 não se podia esperar menos. Era realmente bom que a Nikon apresentasse a D3 com concorrente directa desta. Né que tenha dinheiro para investir num bicho destes (que não me importava nada ter) mas mesmo assim... É sem dúvida um salto bem evidente em qualidade.

    Mesmo a nova 40D da Canon parece uma máquina interessante - 10Mps a 1.5x; 6.5fps o que é óptimo para sequências (mas mesmo assim pode ser insuficiente para alguns toques em skate)... Mas é a tal coisa.. ainda falta uma fisheye de 1,5x para a Canon!

    hmagazine85
    Ontem recebi o pedido de amizade do H Magazine no MySpace. Ainda bem, que assim foi possível conhecer a revista. No site é possível descarrega-la em formato PDF. Já vai na edição numero 85.

    A H-magazine é uma revista espanhola dedicada à moda, com um estilo de imagem parecida com a revista inglesa i-D. O design da revista está muito boa e apelativa, e a revista é bem grande (242 páginas) o que significa imensa fotografia. Vale a pena dar a espreitadela!

    RSS

    Ontem agreguei o feed RSS do blog ao Feedburner. O blogger permite, e com o Feedburner tenho a possibilidade de ver algumas estatísticas do feed que até agora nunca tive a oportunidade de ver, nomeadamente quantas pessoas usam o feed. Sempre estive ás escuras a esse nível. Se alguém que use o feed encontre algum tipo de dificuldade com o feed, agradecia o aviso :D

    Incerto sobre o que é RSS? Então continua a ler...

    RSS

    RSS é um acrónimo para "Really Simple Sindication" ou ainda "Rich Site Summary" e é uma óptima forma de acompanhar sites. Basicamente, trata-se de um ficheiro XML com o conteúdo principal do site, ordenado por data de adição. É o chamado "feed". No caso de blogs o feed tem os posts do mesmo ordenados do mais antigo ao mais recente. O RSS não é exclusivo a blogs - muitos sites tem, especialmente para indexar as secções de artigos e noticias.

    Para o que é que serve? Simples - para que estejamos a par das novidades. Geralmente todos nós temos um conjunto de sites de visita regular. Eu visitava constantemente alguns blogs e sites que tinha na minha lista de favoritos. Com RSS, eu não tenho necessidade de ir aos sites directamente ou constantemente à procura das novidades. Só preciso de ver o feed RSS. é aqui que entra o "feed reader".

    O "feed reader" é essencialmente uma página ou uma aplicação que lê os feeds dos sites que adicionas à lista. A leitura é feita periodicamente, e sempre que há alguma novidade, essa é marcada. Assim, o leitor de feeds é que tem o trabalho todo de correr os teus sites favoritos (que tem feeds RSS) à procura de novidades. Depois só tens de ver qual a novidade e seguir para o site se necessitares. É muito mais eficiente!

    Em termos de leitores, existem muitos, quer desktop, quer on-line. Eu pessoalmente uso o GreatNews, que é um leitor de desktop (e portable o que é óptimo para poder ter numa pen ou assim). Já usei o Sage, que era uma extensão do Firefox, e o prorio cliente de emails do Mozila - o Thunderbird - também lê os feeds. On-line também existe uma série deles, nomeadamente o do Google e o Bloglines.

    A adição de feeds ao leitor é simples, bastando inserir no leitor o endereço do feed na operação de adição de feeds. Com algumas aplicações o simples click no logo laranja do feed é suficiente! A partir do momento em que é adicionado, torna-se muito fácil acompanhar o site ou blog. Por exemplo o link para o meu feed (agora no feedburner) está debaixo do meu logo/foto.

    A partir do momento em que experimentas usar os feeds, apercebes-te do aumento de eficiência nas consultas. Ajuda muito e permite acompanhar mais sites, blogs, e portais. O meu feed reader acompanha cerca de 175 sites, actualmente. Metade estão ligados a fotografia, desde blogs a podcasts, a grupos de Flickr e portais como o Fotosensível. Podem descarregar o ficheiro OPML que exportei caso ainda não tenham testado e querem ter já uma lista de sites como ponto de partida. Há certamente muitos links que apenas terão interesse para mim, portanto depois terás que eliminar o que não te interessa.

    Enjoy RSS! :P

    2007-08-18

    PhotoIcon

    Photoicon-2_2

    A revista que mencionei no post anterior é a PhotoIcon. foi a primeira vez que encontrei, e ao desfolhar, pareceu-me ser muito boa. Não o tipo de revista baseada na técnica e materiais, mas dedicada à fotografia e aos fotógrafos, aos processos de criação, e aquilo que a imagem diz, sem ser elitista.

    Ainda só tive a oportunidade de ler dois dos artigos, que não são muito longos na generalidade - uma ligada à Polanoir em Áustria, e outro dedicado aos "Smudgers" - os fotográfos da fotografia-à-lá-minute por esse mundo fora. Visualmente a revista é belissima, e apresenta boas imagens e temas. Espero poder ficar hoje á noite á ler um bocado lá na adega.

    Se a encontrarem, eu recomendo!